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8º Festival e Academia Internacional de Metais Graves · Alcobaça

27 a 31 de agosto de 2018

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Sobre o Festival

O Gravíssimo! é um Festival Internacional de Metais Graves sob a direção artística dos músicos Sérgio Carolino (tuba) e Hugo Assunção (trombone), que visa mostrar aos seus participantes e ao público em geral a versatilidade destes instrumentos, trabalhando vários estilos de música. Realizado anualmente em Alcobaça, na última semana de agosto, o festival agrega um número significativo de participantes, nacionais e internacionais, provenientes dos mais diversos backgrounds culturais e artísticos. Ao longo dessa semana promove-se a aprendizagem através da partilha de experiências entre todos e com os artistas e professores convidados, de reconhecido valor internacional.
 
A par do trabalho de Academia, entre masterclasses e workshops, o Gravíssimo! apresenta também uma forte componente artística trazendo ao público em geral a possibilidade de verem as performances dos artistas convidados e dos participantes envolvidos através de uma programação diária de concertos, que lhe valeu o reconhecimento de Remarkable Festival pela EFA (European Festivals Association) através da atribuição do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe) para o biénio 2017/2018.
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8ª edição do Gravíssimo! tem as suas inscrições oficialmente abertas

14 Mai 2018

Regulamento e ficha de inscrição online para o 8º Festival e Academia Internacional de Metais Graves já se encontram disponíveis

Já estão abertas as inscrições para o Gravíssimo! 8º Festival e Academia Internacional de Metais Graves, evento que irá decorrer em Alcobaça de 27 a 31 de agosto e cujo período de inscrições tem três fases distintas, entre os dias 14 de maio e 17 de agosto, com os seguintes valores: €100 (14 de maio a 15 de junho), €120 (16 de junho a 15 de julho) e €150 (16 de julho a 17 de agosto). A inscrição de alunos da Academia de Música de Alcobaça tem a taxa única de €90.

O Gravíssimo! é um verdadeiro acontecimento no domínio dos metais graves realizado anualmente na última semana de agosto, sob a direção artística dos músicos Sérgio Carolino (tuba) e Hugo Assunção (trombone), que visa mostrar aos seus participantes e ao público em geral a versatilidade destes instrumentos, trabalhando vários estilos de música.

A par do trabalho de Academia, entre masterclasses e workshops, o Gravíssimo! apresenta também uma forte componente artística trazendo ao público em geral a possibilidade de verem as performances dos artistas convidados e dos participantes envolvidos através de uma programação diária de concertos.

Conhece todo o regulamento aqui»

Marca na tua agenda: de 27 a 31 de agosto o Gravíssimo! regressa para a sua 8ª edição

27 Mar 2018

Festival dirigido pelos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção abrirá inscrições em breve

A Academia de Música de Alcobaça (AMA) já está a preparar o próximo Gravíssimo! Festival e Academia Internacional de Metais Graves, projeto ambicioso que caminha para a sua 8ª edição e se realizará entre os dias 27 e 31 de agosto, prometendo mais uma vez ser um verdadeiro acontecimento musical no domínio dos instrumentos de metais graves.

Com a direção artística dos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, Gravíssimo! realiza-se na AMA e no Cine-Teatro de Alcobaça – João d'Oliva Monteiro, sendo um evento destinado especialmente aos estudantes de música de Conservatórios, Escolas Profissionais, Academias, Institutos Politécnicos e Universidades, acolhendo ainda a participação de músicos amadores que estejam interessados em desenvolver o seu nível técnico e artístico.

Sérgio Carolino (Tuba Principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Artista Internacional Yamaha, Professor na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto) e Hugo Assunção (Primeiro Trombone da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Professor de Trombone na Universidade de Évora e na Escola Superior de Música de Lisboa) serão, tal como é hábito, os anfitriões em terras de Cister, acolhendo neste evento músicos das mais diversas proveniências e backgrounds.

Gravíssimo! teve em 2017 a maior e mais internacional edição de sempre

21 Set 2017

Festival e Academia Internacional de Metais Graves voltou a mexer com Alcobaça apostando em muitas estreias e inovações

Foi o maior e mais internacional Gravíssimo! de sempre: em 2017 o Festival e Academia Internacional de Metais Graves ofereceu a Alcobaça a sua edição com o maior número de participantes, 79 alunos inscritos a par de 28 professores e músicos convidados, salientando-se ainda pela maior participação de sempre de elementos do sexo feminino, com um registo de 10 inscritas, mas também pela participação mais internacional de alunos na sua história, oriundos de 8 países diferentes, Portugal, Espanha, Itália, Japão, Rússia, Escócia, Dinamarca e Suíça, assim como de professores, vindos de Portugal, EUA, Suíça, Áustria, Brasil, Finlândia, Noruega, Eslovénia e Japão.

Mas nem só de números se fez o mais recente Gravíssimo!: a realização, pela primeira vez, de um Recital de Jovens Talentos foi claramente uma aposta ganha da direção artística composta pelos músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, bem como o convite a compositores residentes, 4 portugueses e 1 norueguês, que resultou este ano em 6 estreias mundiais: obras de Torstein Aagaard-Nilsen (1), Anne Victorino d'Almeida (2), Daniel Bernardes (1), Luís Cardoso (2) – tendo havido igualmente uma estreia europeia de Torstein Aagaard-Nilsen. Refira-se que foi ainda tocada uma obra do compositor residente Luís Cardoso de 2016 vencedora do Harvey Phillips Awards Prize for Excellence in Composition da ITEA (International Tuba Euphonium Association).

Outro dos principais destaques do cartaz foi o concerto dos TGB, inserido no ciclo de espetáculos Mosteiro de Alcobaça/Lugares Património Mundial da Região Centro, que na noite de 31 de agosto, levou perto de 500 espetadores à Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, num espetáculo de entrada livre, sem esquecer que em matéria de concertos (7) houve muitos outros grupos a marcar a sua passagem pela cidade: MASSIVE BRASS ATTACK!, T'NT "Tuba 'N Tuba", Yamaha Tuba Duo, Tubhonium Sketches, AntiTrio, Trio daBarca, The Devil's Blow - Tuba uNIT! feat. Jon Sass, Rythm Bones e SubWoof3r Trio.

Tudo isto não teria sido possível sem os vários apoios e os patrocinadores agregados que, mais uma vez, muito contribuíram para o sucesso desta iniciativa apostada em colocar os instrumentos de metais graves em primeiro plano, promovendo por outro lado a troca e a partilha de experiências multiculturais e artísticas entre os diferente intervenientes.

Concerto de Abertura alterado do Mosteiro de Alcobaça para o Cine-Teatro de Alcobaça

28 Ago 2017

O Concerto de Abertura do Gravíssimo! amanhã, às 21h00, previsto para o Mosteiro de Alcobaça foi alterado para o Cine-Teatro de Alcobaça devido à inconstância das condições meteorológicas durante os dias de hoje e amanhã, razões às quais a organização é totalmente alheia.

Pelo facto, a Direção do Festival e Academia Internacional de Metais Graves pede as mais sinceras desculpas, reafirmando que este Concerto se realizará no mesmo horário estabelecido.

Relembramos ainda que este concerto, intitulado "aBRASSsivo", contará com o Jovem Ensemble Português de Metais e Percussão Massive Brass Attack! e os seguinte solistas: Sérgio Carolino, Shimpei Tsugita, Gene Pokorny, Gabriel Antão, David Bruchez, Ricardo Carvalhoso, Justin Clark e Ricardo Antão.

 

Cinco dias de olhos postos na versatilidade dos metais graves

24 Ago 2017

Gravíssimo! traz-nos 7 concertos e recitais com músicos vindos dos quatro cantos do mundo
 
De 29 de agosto a 2 de setembro, a sétima edição do Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves traz à cidade de Alcobaça, que se transforma na Capital Mundial dos Metais Graves, alguns dos mais consagrados nomes internacionais.
 
Vindos dos quatro cantos do mundo, desde o Japão aos Estados Unidos da América, passando pela Noruega, Suíça, Áustria, Eslovénia e Brasil, os músicos reúnem-se em Alcobaça para partilhar experiências e transmitir conhecimentos a cerca de 90 alunos inscritos, de 8 nacionalidades diferentes.
 
Sob a habitual direção artística dos reconhecidos músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, o Gravíssimo!, que pretende demonstrar a versatilidade dos metais graves, explora a música em vários registos, da música de câmara ao jazz, centrando-se no desenvolvimento do trabalho artístico em ensemble e na melhoria contínua da técnica individual dos participantes.
 
Durante cinco dias, os sete concertos e recitais do Gravíssimo!, que contam com apresentações de várias músicos portugueses e internacionais, terão como palco dois dos lugares mais emblemáticos da cidade: o Mosteiro de Alcobaça e o Museu do Vinho.
 
Um dos principais destaques do cartaz é o concerto dos TGB, inserido no ciclo de espetáculos Mosteiro de Alcobaça/Lugares Património Mundial da Região Centro, que a 31 de agosto, quinta-feira, pelas 22h30, atuam em frente à Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, num espetáculo de entrada livre.
 
O Recital de Solistas, marcado para dia 1 de setembro, às 21 horas no Claustro D. Afonso VI do Mosteiro de Alcobaça, antecede outro momento alto do programa do Gravíssimo!, o concerto The Devil’s Blow – Tuba Unit! feat Jon Sass, às 22h45, também em frente à Ala Sul do monumento e com entrada gratuita.
 
De ano para ano, o Gravíssimo!, organizado e produzido pela Banda de Alcobaça/Academia de Música de Alcobaça (AMA), tem atraído a atenção de um público cada mais vasto e numeroso e, atualmente, é uma iniciativa com larga repercussão a nível internacional, com reconhecimento europeu como Remarkable Festival através do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe).
 
O Gravíssimo! não tem dado cartas apenas no mundo da música e esta quinta-feira viu o seu site selecionado para a galeria do CSS Light, uma plataforma que apresenta e promove novos talentos e tendências no mundo do design, destacando características únicas a nível de apresentação, criatividade, estética e codificação.
 
Depois do êxito das últimas edições, a organização pretende continuar a elevar o nome do festival que, além de receber prestigiados nomes do mundo da música dos metais graves, promove jovens artistas, encontros, concertos e experiências ímpares, tanto para os alunos inscritos como para o público assistente.
 
Motivos não faltam para que, entre 29 de agosto e 2 de setembro, o público regresse a Alcobaça e marque presença na sétima edição do Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves, um verdadeiro acontecimento musical no domínio dos instrumentos de metais graves.
 

Gravíssimo! volta a fazer de Alcobaça a capital do mundo dos metais graves de 29 de agosto a 2 de setembro

20 Jun 2017

Estão abertas as inscrições para festival liderado pelos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção

29 de agosto a 2 de setembro: estas são as datas deste ano em que a Academia de Música de Alcobaça (AMA) volta a promover o Gravíssimo! 7º Festival e Academia Internacional de Metais Graves, verdadeiro acontecimento musical no domínio dos instrumentos de metais graves que, depois de seis edições, este ano torna a assumir mais uma etapa no seu ambicioso percurso.

Com a habitual direção artística dos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, Gravíssimo! realiza-se na AMA e no Cine-Teatro de Alcobaça – João d'Oliva Monteiro e tem agora as suas inscrições abertas, sendo um evento destinado especialmente aos estudantes de música de Conservatórios, Escolas Profissionais, Academias, Institutos Politécnicos e Universidades, acolhendo ainda a participação de músicos amadores que estejam interessados em desenvolver o seu nível técnico e artístico.

Sérgio Carolino (Tuba Principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Artista Internacional Yamaha, Professor na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto) e Hugo Assunção (Primeiro Trombone da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Professor de Trombone na Universidade de Évora e na Escola Superior de Música de Lisboa) são de novo os anfitriões em terras de Cister, acolhendo neste evento músicos das mais diversas proveniências e backgrounds.

Faça o download da respetiva Ficha de Inscrição (contém biografias, regulamento, modalidades de inscrição, etc.):

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Sérgio Carolino

Tuba

Tubista Português e Artista Internacional Yamaha, Sérgio Carolino é um dos tubistas mais aclamados no panorama internacional, em constante atividade como solista e professor nos mais diversos festivais de música, conservatórios e universidades um pouco por todo o mundo (da Europa à Austrália, passando pela Ásia e Américas). Recebeu por quatro vezes o Roger Bobo Award Prize for Excellence in Recording pelos discos: SteelaLive!, a sua estreia a solo; Agreements & Disagreements, do projecto 2tUBAS&friends com Anne Jelle Visser; Pop&Roll, do seu grupo The Postcard Brass Band; e Sérgio Carolino presents Mr. SC & The Wild Bones Gang. Em Portugal recebeu o Prémio de Músico Revelação de Jazz 2004, pelo crítico de jazz José Duarte, e o Prémio Carlos Paredes pelo 1º disco do trio TGB – TubaGuitarra&Bateria)(Clean Feed). Em 2013, venceu o Prémio SPA 2013 na Categoria de Música Erudita, pelas obras editadas em 2012 e ação divulgadora da música portuguesa, entregue na Gala SPS/RTP no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém (CCB) em Lisboa, e a qual teve transmissão em direto na televisão pública portuguesa – RTP1. “Dono” de uma discografia considerável com os seus mais diversos e ecléticos projetos, alguns dos quais premiados internacionalmente, Sérgio tem um vasto leque de interesses e uma curiosidade musical que o leva por diferentes caminhos de expressão musical, desde o típico repertório clássico ao mais puro jazz e música improvisada. Estabeleceu-se como um virtuoso no repertório standard e contemporâneo para tuba. Sérgio tem mais de 200 obras escritas para e dedicadas à si por compositores dos cinco continentes e para as mais diversas formações e estilos musicais! Desde 2000, está envolvido em novos e inovadores projetos musicais: os TGB com Mário Delgado (guitarra) e Alexandre Frazão (bateria), 2tUBAS&friends com Anne Jelle Visser (tuba), Duo XL com Telmo Marques (piano), diretor do ensemble português de tubas How Low Can You Go?, European Tuba Trio com François Thuillier (tuba) e Anthony Caillet (eufónio), The Postcard Brass Band, o projeto TUBAX DUO com Mário Marques (saxofone), e COLOR WHEEL ENSEMBLE com Mário Maques, Telmo Marques & Quarteto de Cordas, Tuba &n Saxes Company¡ com o quarteto de saxofones SAXOFÍNIA e Jeffery Davis, Mr SC The Wild Bones Gang, o Duo TUBAB duo com o baterista Jorge Queijo, Surrealistic Discussion com jovem virtuoso João Barradas, Funky Bones Factory! com Ruben da Luz, Paulo Perfeito, Daniel Dias, Rui Bandeira (trombones), Miguel Moreira (guitarra) e Acácio Salero (bateria), o ensemble Hangin’ from the Strings! (tuba e quarteto/quinteto de cordas), o CONICAL BRASS com Jeff Nelsen (trompa) e Telmo Marques (piano), o TransAtlantic Tuba Connection com Mike Forbes (tuba) e Pedro Silva (bateria), Fundou SubWoof3r Trio com Gil Gonçalves (tuba) e Miguel Moreira (bateria), o Duo Moderato Tangabile com o pianista/compositor Argentino Daniel Schvetz, o YAMAHA TUBA DUO com o tubista japonês Shimpei Tsugita, DUO AR. com a cantora, improvisadora e ícone mundial, MARIA JOÃO. É ainda membro do Crossfade Ensemble, liderado pelo pianista/compositor Daniel Bernardes e que conta com os músicos Mário Marques, Ricardo Toscano, Hugo Assunção, Jeffery Davis e João Barradas. Dos seus mais recentes projetos, é de realçar o “T’NT” Tuba ’N Tuba com GENE POKORNY (tuba principal da Chicago Symphony Orchestra) e Telmo Marques (piano) e do quarteto de funk, drum&bass, Hip-Hop, R&B, Soul - R’B & MrSC com Ruben da Luz, Rui Bandeira e João Martins. Atualmente, Carolino é professor de tuba na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo (ESMAE) do Instituto Politécnico do Porto (IPP) e, desde 2002, tuba solo/principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. É ainda o fundador, diretor artístico e musical do Ensemble Português de Metais MASSIVE BRASS ATTACK! e diretor artístico do Festival e Academia Internacional de Metais Graves de Alcobaça - GRAVÍSSIMO! Foi solista com a Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, onde estreou Mundialmente o “Concerto para Tuba e Orquestra, Op. 144” (obra a si dedicada) do compositor António Victorino D’Almeida, e mais recentemente, o “Concerto para Tuba e Orquestra – Impermanentia” do compositor Paulo Perfeito (também dedicado à sua pessoa), sob a direção de Christian Lindberg. Em 2006 fez a estreia mundial da obra “Hangin’ from the Strings – Fantasia para tuba, orquestra de cordas e harpa” de Paulo Perfeito, com a Orquestra de Cordas da Universidade de Melbourne, inserido no Melbourne International Festival of Brass, fazendo a estreia nacional da obra em 2007, com a Orquestra do Algarve. Em Novembro de 2012 foi solista com a Fundação Orquestra Estúdio, no âmbito do Guimarães 2012 – Capital Europeia da Cultura, onde estreou a obra “SoNotas – Concertino para Tuba e Orquestra de Cordas” do compositor Francisco Loreto. Em Agosto de 2015 foi solista com a Orquestra Sinfónica Provincial de Santa Fé (Argentina), interpretando o “cONCERTO fOR tUBA, Op. 139” de Jorge Salgueiro. Toca e grava com regularidade com a famosa Banda Sinfónica Portuguesa (BSP) sob a direção artística e musical do maestro Francisco Ferreira e José Rafael Pascual Vilaplana, onde teve oportunidade de tocar, estrear e gravar obras dos compositores Jorge Salgueiro “cONCERTO fOR tUBA, Op. 139”, Telmo Marques “Guide to the Glory”, Luís Cardoso “Duplo Concerto para Saxofone Tenor, Tuba e Banda, Op. 33”(com Mário Dinis Marques), Daniel Moreira “Flashback”, Daniel Martinho “Constellations”, Samuel Pascoal “Duplo Concertino para Eufónio, Tuba e Banda” (com Ricardo Antão), Andrew Batterham “Concertino para Tuba e Banda” e Frank Steckar “Trois Mousses de Terre”, esta última com o seu trio de tubas jazz European Tuba Trio. Sérgio toca com a sua coleção bocais de Assinatura do Atelier MoMo (Osaka - Japão), modelos SÉRGIO CAROLINO SC-FL, SC-F210, SC-1BL & SC-0C, fabricados pelo mestre Hirotaka Nakai, usando ainda a surdina Mushroom Cupe Mute, desenhada por si e fabricada pelo Austríaco Johannes Schlipfinger. Em 2010 concebeu um novo e único instrumento, o qual batizou com o nome de Lusofone ‘Lúcifer’, inspirado no Orenophone do grande amigo e virtuoso tubista Britânico - Oren Marshall, e construído pelos mestres norte-americanos, Tim Sullivan e Harold Hartman. Um apaixonado pela vida, Sérgio adora cinema, mitologia, ler, pescar navalheiras e polvos, passar tempo com os seus amigos e desde à pouco mais de dois anos, de estar e passear com o seu leal e fiel amigo (e “artista”) SPARKY, o Basset Hound.

para mais informações ou booking, contacte:

Booking: Milton Sampaio [manager] 
palco.improvisado@gmail.com
www.palcoimprovisado.com

Hugo Assunção

Trombone Tenor

Nasceu em Vestiaria (Alcobaça) em 1969. Em 1983 ingressou no Conservatório Nacional de Música, na Classe do Professor Emídio Coutinho. No seu percurso académico realizou estágios com as mais diversas orquestras de jovens, de onde se destacam a Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra Sinfónica Juvenil e Orquestra de Jovens do Mediterrâneo. Foi instrumentista convidado com a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian; Orquestra Régie Sinfonia; Orquestra Clássica do Porto; Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos; Orquestra Clássica da Madeira; Orquestra do Algarve; Orquestra Sinfonietta de Lisboa; Orquestra Metropolitana de Lisboa; Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música; Orquestra Sinfonia Varsóvia; Orquestra de Jazz de Matosinhos e Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal. Entre 1988 e 1992 foi Primeiro Trombone na Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos. Foi membro da Orchestrutópica. Foi membro fundador e principal impulsionador de alguns dos primeiros grupos de metais criados em Portugal: Quinteto de Metais Hot Brass, Decateto de Metais de Lisboa, Ensemble Português de Trombones, Quinteto Português de Metais, Quinteto de Metais da Orquestra Sinfónica Portuguesa. Em 1997 criou o Jornal do Núcleo de Trombonistas da APPIS, primeira publicação especializada criada em Portugal, distribuída para mais de 300 trombonistas por todo o país. Lecionou na Universidade de Aveiro, na Escola Superior de Música do Porto, na Escola Profissional de Música de Espinho e na Escola Profissional Gualdim Pais em Tomar. Foi Professor de Trombone e Música de Câmara nos Cursos de Música de Pousos (Leiria), Loures e Caldas da Rainha. É regularmente convidado a lecionar Masterclasses em Portugal e no estrangeiro. Organizou cursos com diversos trombonistas, de onde se destacam os conceituados trombonistas de jazz americanos Conrad Herwig, Ed Neumeister e o Primeiro Trombone da Orquestra Filarmónica de Nova Iorque – Joseph Alessi. Em 2006 gravou dois CDs para a editora Afinaudio, um projeto a solo – Vox Gabrieli, e um outro como líder do Ensemble Português de Trombones – A Different Era. Em 2012 gravou um CD duplo com o grupo Mr. SC & The Wild Bones Gang, premiado com o 2014 Roger Bobo Award Prize for Excellence in Recording. Em agosto de 2014 gravou um segundo disco com o grupo Mr SC & The Wild Bones Gang, participando como solista ao lado de nomes como Eugene Pokorny (tuba solo da Orquestra de Chicago), Shimpei Tsugita (tuba solo da Yomiuri Nippon Symphony Orchestra), Eijiro Nakagawa (trombone/compositor e artista Yamaha) e Demondrae Thurman (eufónio, Sotto Voce Quartet). Em novembro de 2016 gravou um disco com o grupo Crossfade em colaboração com Daniel Bernardes (piano e líder do projeto), João Barradas (acordeão), Sérgio Carolino (tuba), Ricardo Toscano (saxofone e clarinete), Jeffrey Davis (vibrafone) e Mário Marques (saxofone). Em 2016 foi o Diretor Musical dos The BellsBrass Ensemble na gravação de um disco em que participou o solista internacional Sérgio Carolino. Em 2017 foi o Diretor Musical convidado a dirigir o ensemble de metais Massive Brass Attack (ESMAE), na gravação de um disco com os solistas internacionais Sérgio Carolino e Nimrod Ron. É, juntamente com o tubista Sérgio Carolino, Diretor Musical de um dos mais conceituados festivais de metais graves a nível internacional, o GRAVÍSSIMO! Festival e Academia Internacional de Metais Graves, que se realiza anualmente em Alcobaça. Leciona as cadeiras de Trombone e Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa. Atualmente é Diretor Musical do The BellsBrass Ensemble e do ensemble de metais e percussão ESML Brass Crew, e Diretor Artístico do grupo Mr. SC & the Wild Bones Gang. É Primeiro Trombone/Coordenador de Naipe da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Daniel Perantoni

Tuba

Daniel Perantoni, Professor de Tuba, Escola de Música Jacobs, Indiana University Dan ou “Mr. P ”, como os seus alunos o apelidam, é um lendário artista de tuba, professor e pedagogo, bem como um pioneiro numa vasta variedade de géneros, incluindo o trabalho como solista, músico de câmara, músico de jazz e designer de instrumentos. É membro fundador da Summit Brass, da Symphonia, do St. Louis Brass Quintet, do Matteson-Phillips Tubajazz Consort e lançou vários álbuns a solo e CD's de música de câmara. É artista Buffet Crampon B&S. Visitem o site de Mr. P: danielperantoni.com

Mike Forbes

Tuba

Artista de vastos e diversificados talentos musicais, Mike Forbes (nascido em 1973, a viver atualmente perto de Madison, Wisconsin), “… é um excelente tubista com um tom sólido e colorido, ótimas habilidades técnicas e um estilo dramático” (American Record Guide). Pode ser ouvido nos seus dois álbuns a solo na Summit Records: Forbes Plays Koetsier (Summit Records), onde apresenta todas as sete peças para tuba solo do compositor holandês Jan Koetsier e o seu mais recente lançamento Forbes Plays Forbes com composições próprias para tuba. Tem sido um tubista destacado com a banda Guy's All Star Shoe em A Prairie Home Companion com Garrison Keiller e também deu o primeiro recital solo de tuba de sempre na popular transmissão da Rádio Pública de Wisconsin, Live from the Chazen. Recentemente, colaborou com o Fenónemo Tuba Europeu, Sérgio Carolino, numa nova gravação, "Full Tilt", com muitos dos seus novos trabalhos para duo de tuba e bateria... álbum que será lançado em 2018. Dr. Forbes é atualmente Professor Associado da Universidade de Wisconsin-La Crosse. Estudou na Universidade de Maryland (DMA), na Universidade de Wisconsin-Madison (MM), e durante o seu primeiro ano na Penn State (BM) fez um intercâmbio emManchester, Inglaterra, onde prosseguiu os estudos na Universidade de Manchester e no Royal Northern College of Music. Os seus principais professores incluíram John Stevens, Toby Hanks, Gene Pokorny, Marty Erickson e Mark Lusk.

Oren Marshall

Tuba

Oren Marshall é um reconhecido intérprete de Tuba, multi-instrumentista e professor. Abençoado por ter viajado por todo o mundo, tocou com inúmeras e grandes almas musicais, incluindo a Filarmónica de Londres, Hermeto Pascoal do Brasil, Orquestra Pan-Africana do Gana, Abbos do Uzbequistão, King Sunny Ade da Nigéria e o vocalista vencedor de vários prémios Bobby McFerrin. Entre os altos dignatários internacionais que já entreteve e tocou inclui a Rainha, o Príncipe Carlos e o Papa. É o inventor de um instrumento único chamado Orenophone, que é essencialmente uma Tuba re-imaginada e reconfigurada. Vive com os seus dois filhos e dois cachorros em Londres.

Rúben da Luz

Trombone Tenor

Trombonista freelancer, vencedor do “Prémio Jovens Músicos”, com colaborações nas orquestras Gulbenkian, Régie do Porto, Clássica da Madeira. Numa vertente pop e jazz, trabalhou com Lenine, Zeca Baleiro, Tito Paris, Waldemar Bastos, Jorge Palma, Ala dos Namorados, The Gift, The Postcard Brass Band, Rui Veloso, Sérgio Godinho, Deolinda, Uxu Kalhus, Áurea, Orq, Jazz do Hot Clube de Portugal, L.U.M.E., Orq. Jazz de Matosinhos, Bob Stewart, John Ellis, Perico Sambeat, Nelson Cascais, Orq. Jazz de Leiria, Orq. Jazz da Nazaré, etc. Como músico de estúdio, tem crédito em cerca de 60 discos.

Gabriel Antão

Trombone Tenor

Gabriel Antão é desde 2011 trombone solista da orquestra Tonkünstler (Áustria) e tem colaborado com diversas orquestras, como por exemplo Wiener Philharmoniker, Wiener Staatsoper, Opernhaus Zürich, Hamburger Philharmoniker, Rundfunk-Sinfonieorchester Berlin, Deutsches Sinfonieorchester Berlin, Wiener Volksoper, Orquestra Gulbenkian, Orchestra of Europe, Orquesta Ciudad de Granada e Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. A nível de música de câmara, é membro do grupo Mr. SC and the Wildbones Gang e colaborou com ensembles como Les Dissonances (Paris), RSBrass (Berlim) e PhilBlech (Viena). Juntamente com o pianista Pedro Costa participou no Festival Cistermúsica de Alcobaça e no Festival Internacional de Música da Póvoa de Varzim. Realizou também concertos com o trompetista Konradin Groth e o pianista Jonathan Alder. Fez estudos no Conservatório de Aveiro com o professor Luís Castro, prosseguindo estudos na Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo do Porto (ESMAE) na classe dos professores Severo Martinez e David Silva, e mais tarde na Universidade de Artes de Berlim (Alemanha) - como bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian - na classe dos professores Stefan Schulz, Andreas Klein e Rainer Vogt. Posteriormente, concluiu o Doutoramento em Educação e Interculturalidade, bem como o Mestrado em Gestão, ambos na Universidade Aberta de Lisboa. Atualmente é investigador colaborador do Centro de Estudos das Migrações e Relações Interculturais (CEMRI). Gabriel Antão foi premiado com o Prémio Helena Sá e Costa, o Prémio Emory Remington (com a classe de trombones da Universidade de Berlim) o Prémio dos Rotários do Porto, 2°Prémio no Prémio Jovens Músicos, 1° Prémio no Concurso Terras de La Salette e mais recentemente o 1°Prémio ex-aequo com o pianista Pedro Costa no Concurso de Interpretação do Estoril. Apresentou-se ainda como solista com a Das Sinfonieorchester Berlin na Philharmonie de Berlim, com a Orquestra Sinfónica Portuguesa no Festival ao Largo, com a Orquestra de Câmara de Cascais e Oeiras, com a Orquestra Sinfonietta da ESMAE e com a Banda Sinfónica do Conservatório de Música de Aveiro.

Marshall Gilkes

Trombone Tenor

O trombonista/compositor Marshall Gilkes integra uma infinidade de influências numa voz  distinta e singular, combinando a inventiva espontaneidade do jazz com a elegante arquitetura da composição clássica e da técnica virtuosa com apaixonada emoção. A sua sonoridade pode ser ouvida no exuberante impressionismo da Orquestra Maria Schneider; no exótico jazz de câmara do trio do harpista colombiano Edmar Castañeda; e na próspera cena musical latina de Nova Iorque. Dirigu a sua música com a WDR Big Band, a UMO Jazz Orchestra, o Airmen of Note e o Army Blues. Também se apresentou com o Jazz de Wynton Marsalis no Lincoln Center Orchestra, o Christian McBride Big Band, Billy Cobham, Richard Bona e Barbra Streisand. Finalista do Concurso Internacional de Jazz Thelonious Monk, em 2003, Gilkes lançou quatro álbuns como condutor. O último, Köln, apresenta as suas composições para a WDR Big Band da Alemanha e foi nomeado para dois prémios Grammy em 2016. Gilkes é formado pela Juilliard School e é professor assistente de música na Berklee College of Music. Marshall Gilkes é um artista da Edwards Instruments.

Ricardo Pereira

Trombone Tenor

Ricardo Pereira, natural de Braga, iniciou os seus estudos musicais com o seu pai, António Pereira. Estudou no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga (1999-2006), tendo concluído o curso de instrumentista na classe do professor Zeferino Pinto, obtendo classificação máxima e distinguido com o Prémio de Mérito Artístico. Prosseguiu os seus estudos na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Porto (2006-2009) onde concluiu a Licenciatura em trombone com a distinção máxima na classe do professor Severo Martinez. Nos anos entre 2011 e 2013 estudou na Universidade do Minho concluindo o Mestrado em Ensino de Música. Atualmente é solista do Remix Ensemble. Durante o seu percurso teve oportunidade de trabalhar com professores e solistas como Simon Cowen, Jacques Mauger, Severo Martinez, Robert Blossom, Jon Etterbeek, Petur Eiriksson, Gyorgy Gyivicsan, Stefan Schulz, Otmar Gaiswinkler, Andrea Conti, Charles Vernon, Mark Hampson, Toby Oft e Bart Claessens. Vencedor do 1.º Prémio no 16º Concurso Internacional de Chieri 2016. Vencedor do 1º Prémio no Prémio dos Jovens Músicos (RDP-RTP 2013). Vencedor do 1.º Prémio no II Concurso Nacional Terras de la Salette 2009. Premiado com o 3.º Prémio no Prémio dos Jovens Músicos (RDP-RTP 2008). Como trombonista solista integrou a European Union Wind Orchestra, Orquesta Joven de la Sinfónica de Galicia, International Mahler Orchestra, The World Orchestra, com quem realizou concertos por toda a Europa, e Lucerne Festival Academy. Colaborou com diversas Orquestras como trombonista solista, sendo de destacar a Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Clássica da Madeira, Orquestra do Algarve, Orquestra do Norte, Remix Ensemble, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orquestra Gulbenkian, Orquesta Sinfónica de Galicia e Klangforum Wien. Tem sido convidado a desenvolver, um pouco por todo o país, workshops, masterclasses, estágios e júris em concursos. Apresentou-se como solista com a Orquestra da Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, com a Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra do Norte, a Chieri Sinfonietta Orchestra e a Orquestra Gulbenkian. É autor de BRAB Quarteto de Trombones, publicado em 2016 pela AVA Musical Editions. Durante as temporadas de 2010 e 2011 foi solista na Orquestra do Norte. Atualmente é professor na no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga e na Escola Superior de Música de Lisboa. É membro fundador do Mr. SC & The Wild Bones Gang e Portuguese Brass. Atualmente é artista Vincent Bach.

Nuno Martins

Trombone Baixo

Trombonista baixo português, atualmente Artista Stomvi e solista na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Lecionou ainda na Escola Superior de Artes e Espetáculo do Porto (ESMAE) 2014 a 2016. Estudou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE) em Santo Tirso, e na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), no Porto. Aperfeiçoou os seus conhecimentos musicais frequentando Masterclasses com professores de renome internacional como: desde 2006 e após audição europeia, foi convidado a integrar as Orquestras Gustav Mahler e a Academia Schelswig-Holstein Musik Festival, onde teve oportunidade de trabalhar com os maestros Cláudio Abado, Phellip Jordan, Lawrence Foster, Christoph Enchenbach, Cristoph Van Donany, Thomas Hengelbrock entre outros. Nuno colaborou regularmente com orquestras Metropolitana de Lisboa, Nacional do Porto, Filarmonia das Beiras, Sinfonietta de Lisboa, Remix-Ensemble Casa da Música, Sinfónica da Galiza (Espanha), Clássica da Madeira, Clássica do Algarve e a Sinfónica Portuguesa do Teatro Nacional de São Carlos. Ao longo da sua carreira tem actuado um pouco por todo o globo, tocando com os mais diversos projectos, dando recitais e Masterclasses. Portugal, Escócia, Áustria, Holanda, Bélgica, Suíça, Luxemburgo, EUA, França, Espanha, Alemanha, África do Sul, Brasil foram alguns desses países. Em breve, apresentar-se- á como professor e solista em festivais na Finlândia e na Argentina e Alemanha. No verão de 2011 fez a estreia europeia da Obra FREYJA para trombone baixo e Orquestra sinfónica do compositor Cláudio Moreira com a Landesjugendorchester Bremen gravando DVD ao vivo. Faz parte dos projetos Massive Brass Attack!, Mr SC & The Wild Bones Gang, T’NT, Duo Subwoofer (com Sérgio Carolino), sendo ainda fundador do projeto SURREAL com Bruno Costa (percussão).

Rui Bandeira

Trombone Baixo

Rui Pedro Reis Lopes Bandeira nasceu em Vilarandelo, Valpaços em 1987. Iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos em piano e guitarra na escola Osnabrück com o professor Francisco d’Outel. Aos 11 anos aprendeu fliscorne na Banda Filarmónica de Vilarandelo. Aos 14 ingressou na Academia de Música Orfeão de Ovar, em trombone na classe do professor Rui Pedro Alves. Aos 16 entrou na Escola Profissional de Música de Espinho, onde concluiu o curso com sucesso na classe do Professor Alexandre Vilela. Frequentou a Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo no Porto, no curso de Jazz – Trombone com os professores Lars Arens e Paulo Perfeito. É membro da European Movement Jazz Orchestra, Mr. SC and Wild Bones, Big Band Estarrejazz, Funky Bones Factory, New Sketch, Souq, Fanfarra Kaustika, Orquestra de Jazz do Porto, R´B & Mr.SC e L.A Banda Larga. Colabora com variadas orquestras de jazz entre elas a Big Band do Hot Club de Portugal. Colaborou com a Orquestra Fundação Guimarães, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve e Orquestra Clássica de Coimbra. Como freelancer está sempre a saltar entre o jazz, o erudito e a pop.

David Taylor

Trombone Baixo

Tendo recebido os graus de Bacharel e Mestrado pela The Julliard School of Music, David Taylor iniciou a sua carreira como membro da Orquestra Sinfónica Americana de Leopold Stowkowski, com aparições na Filarmónica de Nova York sob a direção de Pierre Boulez. Simultaneamente, era membro da banda de jazz Thad Jones Mel Lewis e gravou com grupos que iam de Duke Ellington a The Rolling Stones. Gravou também vários CD's a solo nas seguintes editoras: Koch, New World, ENJA, DMP, Tzadik, CIMP, PAU e TLB. Os seus dois novos lançamentos em 2018 na TLB são: And If All Were Dark e Atomic Bomb Blues. Taylor dá recitais e concertos em todo o mundo: do Lincoln Center em NY ao Musikverein em Viena e Suntory Hall no Japão. A par das suas próprias composições, esteve envolvido em dúzias de projetos de encomenda para trombone baixo solo colaborando com compositores como Alan Hovhaness, Charles Wuorinen, George Perle, Frederic Rzewski, Lucia Dlugoszchewski, Eric Ewazen, Dave Liebman e Daniel Schnyder. Apresentou-se e gravou música de câmara com Yo Yo Ma, Itzhak Perlman e Wynton Marsalis e atua com a Sociedade de Música de Câmara do Lincoln Center, Orquestra do Festival Mostly Mozart, Orfeu e Orquestra de Câmara de St. Luke. Ao longo da sua carreira, Taylor apresentou-se e gravou com grandes artistas populares e de jazz, incluindo Barbara Streisand, Miles Davis, Quincy Jones, Frank Sinatra e Aretha Franklin. Taylor venceu o National Academy of Recording Arts and Sciences Most Valuable Player Award durante cinco anos consecutivos e foi premiado com o NARAS Most Valuable Player Virtuoso Award, uma distinção nunca concedida a nenhum outro trombonista baixo. Foi membro das bandas de Gil Evans, Thad Jones-Mel Lewis, Jaco Pastorius, Charles Mingus, JJ Johnson, Joe Henderson, George Russel, Michelle Camillo, Bob Mintzer, Dave Matthews, Dave Grusin e Randy Brecker e o Words Within Music Trio (Daniel Schnyder, David Taylor, Kenny Drew Jr.) e B3 *. Já se apresentou em inúmeras gravações premiadas pelos GRAMMY Awards. David Taylor está ainda nas faculdades da Manhattan School of Music e Mannes College. Toca exclusivamente em trombones baixo Edwards e com bocais Griego/Taylor.

Demondrae Thurman

Eufónio

Demondrae Thurman é considerado uma estrela no seio da formidável geração de solistas de metais graves. A sua forma de tocar eufónio tem sido descrita como “inspiradora” e é considerado um “músico incrível”. Demondrae tem uma firme reputação internacional como solista de eufónio tendo atuado na Europa, Ásia e em toda a América do Norte. Muitas das principais faculdades e universidades da América acolheram-no como intérprete e professor e continua a ser muito requisitado. Nos últimos dez anos, Demondrae tem sido artista convidado em muitos dos prestigiados festivais de eufónio do mundo, incluindo a Conferência Internacional de Tuba/Eufónio, a Conferência de Eufónio da American Army Band Tuba e a Competição Leonard Falcone. Em agosto de 2018, Demondrae junta-se ao corpo docente da Jacobs School of Music na Universidade de Indiana, onde lecionará eufónio e música de câmara para metais. Os seus professores principais são John Stevens, Michael Dunn, James Jenkins e Daniel Drill. Demondrae é também um músico de câmara ativo. Toca eufónio principal e trombone no muito conceituado Quarteto Sotto Voce, que toca intensivamente. O quarteto lançou três gravações através da editora Summit Records; os quais obtiveram todos ótimas críticas. Viva Voce!: The Complete Quartets of Johns Stevens venceram o Prémio Internacional da Associação de Tuba e Eufónio para melhor gravação de música de câmara em 2006. O quarteto apresentou-se várias vezes no Performance Today aa American Public Media’s. Toca também trompa barítono principal na Brass Band of Battle Creek, uma banda britânica de metais composta por alguns dos melhores instrumentistas de metais e percussão do mundo. Além do seu trabalho na música de câmara, Demondrae é recrutado por orquestras sinfónicas como especialista em eufónio, entre as quais se incluem a Filarmónica de Nova Iorque, a Sinfónica de Atlanta, a Orquestra de Sarasota, a Sinfónica da Carolina do Norte e a Orquestra de Filadélfia. A par das gravações do Sotto Voce Quartet, Demondrae lançou o seu primeiro disco a solo gravando pela Summit Records em 2005, intitulado Soliloquies. Recebeu um 9/10 da classicstoday.com e foi referido como "tendo ganho (a sua) faixa como um dos melhores intérpretes de eufónio do mundo ”. Evidenciando a sua dedicação a nova música, toda a música do disco foi escrita para ele ou com ele em mente. O seu segundo álbum, Songs of a Wayfarer, foi lançado em 2011. Mais recentemente, o álbum de Demondrae, Snapshots: The Spirit of Collaboration, foi igualmente lançado. Demondrae também pode ser ouvido em registos com a Orquestra Sinfónica de Atlanta, a Brass Band of Battle Creek e a New South Jazz Orchestra. Demondrae Thurman é artista Miraphone e toca exclusivamente o eufónio Miraphone 5050 Ambassador “Edition” que foi projetado especificamente para si. Também usa o personalizado bocal modelo "Demondrae" fabricado pela Warburton Music Products e é artista de trombone da Shires.

Ricardo Antão

Eufónio

É Professor Assistente de Tuba e Eufónio e Professor de Música de Câmara na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), no Porto, professor de Eufónio e Música de Câmara na Universidade de Aveiro e professor de Eufónio e Música de Câmara no Conservatório de Música da JOBRA; entre 2012 e 2017 lecionou Eufónio na Academia de Música de Costa Cabral, no Porto, tendo também lecionado Tuba e Eufónio na Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI), em 2012/2013. Foi professor convidado no Festival SliderAsia 2017, onde também se apresentou em recital. É convidado para orientar masterclasses um pouco por todo o país, mantendo também uma grande atividade como solista. É membro fundador dos grupos: Ensemble Português de Tubas “How Low Can You Go?”, Trítono, DualSim, BlindDuo e Dual Soundway. Estreou obras dos compositores Matthew Murchison, Marco Alves, Daniel Moreira e Samuel Pascoal. Iniciou os seus estudos musicais na Banda Visconde de Salreu e ingressou no Conservatório de Música de Aveiro Calouste Gulbenkian em 2002, onde concluiu o 8º grau na classe do Prof. Gil Gonçalves. Em 2007 ingressou na ESMAE, na classe do Prof. Sérgio Carolino, concluindo a licenciatura com distinção. Em 2010 ingressou na HKB (Hochschule der Künste Bern), Suíça, na classe do Prof. Thomas Rüedi, onde concluiu o Mestrado em Eufónio, estudando também trombone com o Prof. Ian Bousfield. Entre 2012 e 2014 realiza o Mestrado em Música – Interpretação Artística, em trombone na classe do Prof. Severo Martinez, na ESMAE. Paralelamente, ingressa em 2013 na Universidade de Aveiro, onde realiza o Mestrado em Ensino de Música, em eufónio. Em 2015 ingressou na Universidade de Évora, onde está a realizar o Doutoramento em Música e Musicologia, variante Interpretação. Frequentou masterclasses com os mais conceituados tubistas, eufonistas e trombonistas. Destacam-se: Thomas Rüedi, Jukka Myllys, Anthony Caillet, Demondrae Thurman, Shoichiro Hokazono, Stefan Schulz, David Bruchez, Andreas Klein, Gene Pokorny, Shimpei Tsugita, Steven Mead, Matthew Van Emmerick, Sérgio Carolino, Roger Bobo, Jim Self, Anne Jelle Visser, Mike Forbes, Daniel Perantoni, Shmuel Hershko, François Thuillier, Howard Johnson, Oren Marshall, Eijiro Nakagawa, entre outros. Colaborou com várias orquestras e formações, entre as quais Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Orchestre Philharmonique de Nice, 21st Century Orchestra, Banda Sinfónica Portuguesa, Orquestra Nacional de Jovens da Holanda, European Union Youth Wind Orchestra, European Youth Brass Band, Camerata Nov’Arte, Projecto Sonópolis, Mr. SC and the Wild Bones Gang, Big Band de Estarreja, entre outras. Foi premiado em concursos nacionais e internacionais, tais como: 1º Prémio Nível Júnior, Concurso “Terras de La Salette”, em 2008 e 3º Prémio no International Tuba and Euphonium Competition, Artist Euphonium Division, em Linz, Áustria, em 2012.

Mauro Martins

Eufónio

Mauro António Martins nasceu a 4 de Julho de 1995, em Aargau, Suíça. Em setembro de 2010 ingressou na EPABI - Escola Profissional de Artes da Covilhã, no 1º ano do curso Básico de Instrumento, iniciando os seus estudos na classe de eufónio, sob orientação do Professor Nuno Machado, vindo a concluir no ano de 2016 o Curso de Instrumentista de Sopros e Percussão, orientado pelo professor Luis Oliveira. Acabou ambos os cursos CBI-Curso Básico de Instrumento e CISP-Curso de Instrumentista de Sopros e Percussão com nota máxima, na Prova de Aptidão Profissional de instrumento. Participou em diversos concursos, nomeadamente “Terras de la Salette” (1ºprémio categorias Júnior e sénior), concurso interno da EPABI(1st), ITEC-International Tuba and Euphonium Competition(semifinalista), Concours Tuba Tours(finalista). É o principal eufónio da OSP-Orquestra de Sopros Portuguesa. Membro dos grupos How Low Can You Go? e Massive Brass Attack! Artista das marcas Adams (eufónio), Wallace (surdinas) e MO 2 (bocal). Atualmente encontra-se a frequentar o 2º ano do curso de Licenciatura em Música – Instrumento na ESMAE – Escola Superior de Música, Artes e
Espetáculo, no Porto, trabalhando com os Professores Sérgio Carolino e Ricardo Antão.

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Tuga Low Brass Girls

Tuga Low Brass Girls surge como resposta ao desafio lançado pelo tubista Sérgio Carolino, diretor artístico do Gravíssimo!, a três jovens portuguesas que têm procurado encontrar o seu lugar no universo dos metais graves. Beatriz Mendes, trombone, Inês Luzio, eufónio e Sofia Moody, tuba, foram das primeiras mulheres a dedicar-se profissionalmente a estes instrumentos em Portugal. Apresentar-se- ão em trio na 8ª edição do Gravíssimo!, como o primeiro coletivo feminino português do género.

Dopey Monkey

Dopey Monkey

Composto por Martin Thomson e Danielle Price, os Dopey Monkey aproveitam a sua experiência em vários estilos de música para criar novas composições e explorar tudo o que envolve a tuba e o eufónio.

Martin Thomson:
Originário de Elgin, Moray, Martin aprendeu a tocar o eufónio através do Council's Music Education Scheme. Em 2011, mudou-se para Edimburgo para estudar na St. Mary's Music School, onde ganhou o SMMS Concerto Competition. Martin deu concertos e interpretou peças a solo em todo o Reino Unido, foi solista em várias bandas de metais, tendo ainda atuado com o seu quarteto de trombones, Aeris Brass, que já trabalhou juntou com Carol Jarvis, John Kenny, Mike Lovatt, Rex Richardson, Glenn Munro, Susan Hamilton, Emily White e Rick Taylor. Martin é um dos fundadores da “Old Fountain Jazz Orchestra” – uma grande banda que conta com músicos de conservatórios de todo o Reino Unido. A orquestra arrecada dinheiro para várias instituições de caridade e fornece um recurso educacional para áreas onde não há educação de jazz. Martin frequenta atualmente um BMus Jazz com Oren Marshall no Conservatório de Música e Dança Trinity Laban em Londres onde se apresenta regularmente com uma variedade de formações, incluindo os Old Jelly Rollers e os Dream Casters. É beneficiário das Bolsas da Fordham University Founders, bem como do prémio Donald Dewar que apoia os mais brilhantes e melhores jovens talentos da Escócia.

Danielle Price:
Apoiada pelo Fundo Musical da Condessa de Munster, Danielle formou-se no Conservatório Real da Escócia com distinção no Mestrado do Curso de Música, onde recebeu o Prémio de Recital de Metais do RCS Governor’s e recebeu o prémio Robert McCreath Memorial. Desde então, tem desfrutado de uma carreira versátil, tocando numa vasta gama de projetos e formações, incluindo o Pure Brass Quintet, Sensory Illusions, Red Note Ensemble, The Old Fountain Jazz Orchestra, “The Night With…” ao lado de Tom Poulson e Timothy Cooper, New Antonine Brass Quintet (artistas atuais da Live Music Now Scotland) e o grupo de jazz tradicional The Copper Cats. Já se apresentou com as bandas de Bill Wells e Aiden Moffat, Ashley Paul, Bella Hardy, Oxbow e trabalha como músico extra na BBC Scottish Symphony Orchestra e na Royal Scottish National Orchestra. Em 2018, Danielle foi uma destacada artista no BBC Tectonics Festival, tal como no Loch Shiel Festival, onde realizou um concerto específico para tuba solo e tuba trio ao lado de Mark Reynolds e Antony Hook sob o Viaduto Glenfinnan.

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Telmo Marques

Pianista, compositor, nasceu no Porto em 1963. Estudou com Fernanda Wandschneider, Hélia Soveral, Fernando Lapa, Cândido Lima, Jean Martin, Carlos Cebro, Fernando Puchol, Paul Trein, Miguel Ribeiro Pereira e Robert Houlihan. Terminou em 1988 o antigo Curso Superior de Piano do Conservatório de Música do Porto com nota máxima. É licenciado em piano pela Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (Prémio Eng. António de Almeida - melhor classificação); Master of Arts pela Universidade de Roehampton, Reino Unido; Doutorado em Computer Music pela Universidade Católica Portuguesa (summa cum laude). Mantém uma atividade de concertista em recitais, ações de formação e concertos pedagógicos. Dirigiu a Orquestra Jazz de Matosinhos Júnior (OJM junior). Desenvolve a sua atividade de pianista e compositor tanto em Portugal como no estrangeiro: Madrid, Barcelona, Tenerife, Paris, Hamburgo, Frankfurt, Dusseldorf, Luxemburgo, Genève, Zurich, Macau, Hong Kong, Tokyo e Osaka são alguns exemplos. Recebe encomendas de obras para o teatro, meios publicitários, organismos culturais e artistas independentes – PORTO 2001 Capital Europeia da Cultura, Guimarães 2012 Capital Europeia da Cultura, Quarteto de Cordas de Matosinhos, Orquestra Jazz de Matosinhos, etc. Conta com mais de 100 participações discográficas como intérprete, compositor e arranjador. Algumas das suas obras estão publicadas em partitura pelas editoras AVA editions, BIM editions e Molenaar editions. Atualmente é Professor Adjunto na ESMAE e diretor do Departamento de Música. Leciona as disciplinas de Análise Musical, Técnicas Composicionais e composição. A sua atividade de investigação é desenvolvida no CITAR como membro integrado e no I2ADS como investigador colaborador.

Mike Forbes

Artista de vastos e diversificados talentos musicais, Mike Forbes (nascido em 1973, a viver atualmente perto de Madison, Wisconsin), “… é um excelente tubista com um tom sólido e colorido, ótimas habilidades técnicas e um estilo dramático” (American Record Guide). Pode ser ouvido nos seus dois álbuns a solo na Summit Records: Forbes Plays Koetsier (Summit Records), onde apresenta todas as sete peças para tuba solo do compositor holandês Jan Koetsier e o seu mais recente lançamento Forbes Plays Forbes com composições próprias para tuba. Tem sido um tubista destacado com a banda Guy's All Star Shoe em A Prairie Home Companion com Garrison Keiller e também deu o primeiro recital solo de tuba de sempre na popular transmissão da Rádio Pública de Wisconsin, Live from the Chazen. Recentemente, colaborou com o Fenónemo Tuba Europeu, Sérgio Carolino, numa nova gravação, "Full Tilt", com muitos dos seus novos trabalhos para duo de tuba e bateria... álbum que será lançado em 2018. Dr. Forbes é atualmente Professor Associado da Universidade de Wisconsin-La Crosse. Estudou na Universidade de Maryland (DMA), na Universidade de Wisconsin-Madison (MM), e durante o seu primeiro ano na Penn State (BM) fez um intercâmbio emManchester, Inglaterra, onde prosseguiu os estudos na Universidade de Manchester e no Royal Northern College of Music. Os seus principais professores incluíram John Stevens, Toby Hanks, Gene Pokorny, Marty Erickson e Mark Lusk.

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Anna Cortini

Anna Cortini nasceu em 1991 em Forlì (Itália), onde começou a estudar piano ainda jovem. Em 2015 obteve o Diploma de Piano (Mestrado; nota final de 9.75/10) no Conservatório “G. B. Martini” (Bolonha), sob a orientação de M° Victoria Pontecorboli. Durante os seus estudos, apresentou-se como solista de piano em 2011 no Conservatório “B. Maderna ”(Cesena). Em 2012, tocou piano a solo para a revista musical “Musica in Fiore”, editada pelo Conservatório “G.B. Martini”(Bolonha). Em 2015, tocou num recital de piano a solo no Istituto musicale “A. Masini ”(Forlì). Em 2017, tocou para a revista musical “Bélà Bartòk - Il pianista - Antologia de canti” no Conservatório “G. B. Martini ”(Bolonha), editado por M ° Francesco Dilaghi. Em 2018 atuou como solista de piano na revista musical “Il Vincolo della Forma”, editada pela Associazione “Finis Terrae” (Bolonha). Ao longo da sua formação, participou em várias Masterclasses de piano de M° Piernarciso Masi, Luigi Tanganelli, Maurizio Baglini, Davide Franceschetti e Tatiana Levitina. Desde 2009, paralelamente aos estudos de solista, estuda música de câmara, em particular o repertório para clarinete, viola e violino no Conservatório “B. Maderna” (Cesena) e no Instituto Musical “G. Verdi” (Ravenna), com M° Piero Vincenti, M° Luciano Bertoni e M° Paolo Chiavacci. Desde 2011, tem tocado como pianista acompanhadora no contexto de audições, ensaios e exames no Conservatório “G. B. Martini” (Bolonha), Instituto Musical “G. Verdi” (Ravenna), Conservatório “B. Maderna” (Cesena) e Conservatório “G. Verdi” (Milão). Em 2015/2016 fez o estágio de pós-diploma no Conservatório “G. B. Martini” (Bolonha), onde trabalhou como pianista em aulas de música de câmara e exames, interpretando repertório clássico e contemporâneo, sob a orientação de M° Guido Felizzi. Durante o estágio, também se especializou em ensino de piano na classe de piano de M° Victoria Pontecorbol. Em 2016/2017, trabalhou como professora de piano para a Associação “MusicaPer” (Bolonha), como parte do projeto “Musica Scuola”, patrocinado pela Serviço Regional de Educação de Emilia-Romagna.

Bernardo Pinhal

Piano

Vencedor de vários concursos nacionais, tendo concluído em 2016 o Mestrado em Performance como aluno de Claudio Martinez Mehner em Basileia (com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian), e Professor no Conservatório de Música e Dança de Bragança e na Academia Fernandes Fão.

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Miguel Canada

Tuba

 

José Miguel Batista Canada, natural de Machico, Madeira, Portugal, nasceu a 9 de maio de 1997. Em 2008 começou os seus estudos musicais na Banda Municipal de Machico, em Tuba. No ano de 2010 ingressou no Curso Profissional Básico de Instrumentista na classe de Tuba e Eufónio do professor Fabien Filipe, no Conservatório – Escola Profissional das Artes da Madeira. Em 2011 participou na Orquestra Clássica da Madeira. Participou cinco anos consecutivos (2012-2016), no Estágio de Orquestra OJ.COM (Orquestra de Jovens dos Conservatórios Oficiais de Música), que decorreu nas cidades de Aveiro, Braga, Lisboa, Açores e Porto. Nesse mesmo ano participou no Concurso Fórum Internacional de Interpretação Musical e de Pedagogia, onde obteve o 1° lugar nas categorias de instrumentista de sopro a solo e música de câmara (Quarteto de Tubas e Quinteto de Metais). Em 2015 participou no Concurso Fórum Internacional de Interpretação Musical e de Pedagogia, onde obteve o 1° lugar na categoria de instrumentista de sopro, a solo. Nesse mesmo ano participou também na X edição do Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras de La Salette”, onde obteve o 1° lugar.

 

José Santos

Tuba

Iniciou os seus estudos musicais com o avô, Arnaldino Tedim, aos quatro anos de idade. Atualmente, frequenta o primeiro ano de licenciatura na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE), sendo discente do professor Sérgio Carolino, na classe de Tuba. Foi Laureado em diversos concursos, nomeadamente no “Concurso Internacional de instrumentos de sopro Terras de La Salette”, “Concurso da Associação Espanhola de Tubas e Bombardinos”, “Prémio Jovens Músicos”, entre outros. Integrou diversas orquestras, tais como, Orquestra do Norte; Orquestra Sinfonietta; Orquestra Filarmonia de Vermoim, Orquestra Filarmónica Portuguesa e Orquestra OJ.COM, tendo participado em concertos em diversas salas do país. Participou em diversos festivais, dos quais se destaca, APTE (Associação Portuguesa de Tubas e Eufónios), Gravíssimo (Festival e Academiam Internacional de Metais Graves de Alcobaça), AETYB (Associação Espanhola de Tubas e Bombardinos) e Aflaup (Associação de Flautistas de Portugal). Faz parte do Ensemble Português de tubas “How Low Can You Go?” e dos “Massive Brass Attack!” ambos dirigidos pelo professor Sérgio Carolino. Na sua carreira musical destaca as influências de Sérgio Carolino, Gileno Santana e Dirk Hirthe.

João Bastos

Trombone Tenor

João Bastos, natural de Aveiro, nasceu a 27 de Agosto de 1999. Iniciou os seus estudos na Academia de Música da Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca (ARMAB) na classe do professor Álvaro Pinto, com cerca de 7 anos. Em 2009, ingressa no Conservatório de Música da Jobra (Ensino Básico/Articulado) na classe do professor Gabriel Dias, continuando, posteriormente, na Academia de música da ARMAB na classe do professor Élson Pinho. Prosseguiu estudos no Conservatório de Musica da Jobra, ingressando no ensino profissional, na classe do professor Álvaro Pinto, curso que terminou com a nota de PAP de 20 valores. Em 2017, ingressa na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, na classe do professor David Silva, curso que atualmente frequenta. Em 2014, conquistou o 1º prémio do Concurso Ateneu Vilafranquense pela Banda Sinfónica ARMAB. Nesse mesmo ano, cooperando com a mesma associação, conquistou o 1º lugar (2º prémio) no Certamen Internacional de Bandes de Música Vila d’ Altea. Dois anos mais tarde, desta vez desempenhando funções na Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves, voltou a conquistar o 1º lugar (2º prémio) no Certamen Internaional de Bandes de Música Vila d’ Altea. Participou no 8º Estágio da Orquestra Nacional de Jovens (ONJ), entre 25 de julho a 1 de agosto de 2015. Um ano mais tarde participou no 9º Estágio da mesma orquestra. Neste mesmo ano foi distinguido, após votação de todos os participantes, com o prémio de mérito do estágio. É de destacar a conquista do 2º prémio no concurso Terras de La Sallette em 2015 (Categoria Juvenil) e, no Concurso Internacional de Trombone de Castelo de Paiva, o 3º prémio no ano de 2016 (Categoria Júnior) e o 1º prémio em 2018. No ano de 2016 foi um dos 8 semifinalistas do “Prémio Jovens Músicos”, na categoria superior, solistas, trombone, com apenas 16 anos. Foi distinguido pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha como o melhor aluno do 11º ano do Conservatório de Música da Jobra, no ano letivo de 2015-2016 e novamente no ano letivo de 2016-2017 no 12º ano. Ingressou na Jovem Orquestra Portuguesa (JOP) para as temporadas 2015/2016 e 2016/2017. Foi admitido na Atlantic Coast Orchestra, com residência artística em Esposende, sob direção do maestro Luís Clemente. Após a participação do Estagio Gulbenkian para Orquestra em julho de 2017, foi contratado para fazer um programa com a Orquestra Gulbenkian em setembro de 2017. Em outubro de 2017, ganha o lugar de 1º trombone na Orquestra Clássica de Fátima. Em fevereiro de 2018 é selecionado para participar no projeto “Side by Side”, iniciativa promovida pela Royal Concertgebouw Orchestra, que consistiu em tocar nessa mesma orquestra sob direção do maestro Semyon Bychkov. Atualmente, é músico dos Massive Brass Attack!, ensemble de metais criado pelo professor Sérgio Carolino. Ao longo da sua formação tem frequentado inúmeros cursos de aperfeiçoamento na prática do trombone, com instrumentistas como David Silva, Severo Martinez, Jarret Buttler, André Conde, Stefan Schulz, Ian Bousefield, Andreas Klein, Filipe Alves, Bill Thomas, entre outros. A nível profissional tem acumulado experiência de performance como trombonista em contextos de orquestra sinfónica, orquestra de sopros, big band de Jazz e banda sinfónica e outros agrupamentos. São de destacar os trabalhos com a Royal Concergebouw Orchestra, Orquestra Sinfónica do Porto, Orquestra Gulbenkian, a Orquestra do Estagio Gulbenkian, a ONJ, JOP, a Orquestra e Banda Sinfónica de Santa Maria da Feira, a Orquestra de Sopros da Academia de Artes de Chaves, com a Orquestra de Sopros do ART’J, a Orquestra Sinfónica do ART’J, a Big Band Estarrejazz, a Banda Sinfónica ARMAB, entre outros. Ao longo do seu percurso já teve o prazer de trabalhar com diversos maestros, nomeadamente, Paulo Martins, Hernâni Petiz, José Eduardo Gomes, Armando Saldarini, Francisco Ferreira, Cristiano Silva, Pablo Urbina, Álvaro Pinto, André Granjo, Carlos Marques, Pedro Carneiro, Luciano Pereira, José Petit, Joana Carneiro, Quentin Hindley, Sérgio Carolino, António Saiote, José Maria Moreno, Semyon Bychkov, entre outros.

Diogo Taveira

Trombone Baixo

 

Diogo Alexandre Taveira Silva nasceu a 5 de Dezembro de 1996. Iniciou os seus estudos musicais no conservatório de Vila Real com o professor Marco Rascão. Prosseguiu para a Escola Profissional de Música e Artes de Mirandela onde estudou com o professor Nuno Scarpa. Atualmente é professor na Academia de Música e Artes de Vila Real e estuda na ESMAE com o professor Severo Martinez e Nuno Martins.

 

Alfredo Leitão

Eufónio

Oriundo de uma família vinda de Nespereira do Douro, Alfredo Miguel Magina Leitão nasceu no ano de 1996 em Lisboa. Vindo de uma família que esteve sempre ligada de algum modo ao mundo filarmónico, Alfredo deu os seus primeiros passos na música na SFCIA (Sociedade Filarmónica Comércio e Indústria da Amadora), prosseguindo mais tarde para a EMCN (Escola de Música do Conservatório Nacional). Com concertos dados por quase toda a Europa ocidental (Espanha, França, Alemanha, Austria, Suiça, Holanda, Luxembourgo, Irlanda) e de ter trabalhado com maestros de toda a parte, já foi galardoado em vários concursos nacionais e internacionais a solo, como Eufonista, e como membro de banda. Atualmente está a acabar a sua Licenciatura em música clássica na Hochschule der Künste Bern com o professor Thomas Rüedi, e onde tem a oportunidade de trabalhar com Ian Bousfield e Rex Martin e é maestro da Musikgesellschaft Eggiwil.

Álvaro Silva

Eufónio

Álvaro Silva é artista Geneva desde 2018 e o seu trabalho é focado na promoção do eufónio, tanto pela criação, transcrição e encomenda de novas peças para o seu instrumento, bem como na apresentação em recitais a solo ou com diversos grupos originais. Nasceu a 1 de julho de 1994 em Ovar e iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos na Escola da Banda Filarmónica Ovarense na classe de trombone, tendo como professores Rui Bandeira, António Covas e José Azevedo. Em 2007 ingressa na Academia de Música do Orfeão de Ovar, na classe dos professores Daniel Dias e Alcides Paiva e em 2010 é admitido no Conservatório de Música do Porto, na classe do professor Avelino Ramos onde termina em 2014 o Ensino Secundário Artístico no Curso Secundário de Instrumento, com classificação de 19 valores. Em 2014 é admitido pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) na Licenciatura em Performance Musical na classe dos professores Sérgio Carolino e Ricardo Antão, terminando em 2017 com classificação máxima de 20 valores. Atualmente frequenta o Mestrado em Ensino da Música na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) e é membro do Ensemble Português de Tubas How Low Can You Go?, da Orquestra de Sopros da Fundação A’Lord, Associação Recreativa e Musical Amigos da Branca, do grupo Intradições e do grupo Fado A’Lado.

Inês Luzio

Eufónio

Natural de Arganil, Inês Luzio iniciou os seus estudos musicais aos nove anos na banda filarmónica da sua terra. Passou pelo Conservatório de Música de Coimbra e pela Universidade de Aveiro, onde se licenciou em Música - Performance. Em 2016 começou o seu Mestrado em Música – Interpretação Artística na ESMAE, na classe do tubista Sérgio Carolino, e desde setembro do ano passado estuda, como aluna de intercâmbio, em Lucerna, Suíça, com o eufonista Thomas Rüedi. Trabalhou com as principais referências internacionais do eufónio: Thomas Rüedi, Demondrae Thurman, Jukka Myllys, Anthony Caillet, ente outros. Colaborou com a WASBE Youth Wind Orchetra e com a Banda Sinfónica Portuguesa. Apresentou-se a solo com a Orquestra Clássica do Centro. É membro do AntiTrio (saxofone, eufónio e piano) e do “Ruby the Grap!” (eufónio e acordeão); integra a criação da d’Orfeu “Tia Graça. Toda a gente devia ter uma.”. Dedica-se ao universo da new music, e investiga sobre as possibilidades de trabalhar a palavra e a linguagem como música.

Mais Jovens Talentos a Anunciar

Sandra Bastos

Natural de Oliveira (Barcelos), Sandra Bastos iniciou os seus estudos musicais com o seu pai, Cândido Bastos, aos 7 anos de idade. Completou o 8º grau de Trompa, no Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, na classe do professor Nelson Braga. Fez licenciatura em Comunicação Social na Universidade do Minho. Fez estágio curricular no Jornal de Notícias, colaborou com o Jornal de Barcelos e fez estágio profissional no Clube Literário do Porto. Em 2013, fundou, juntamente com o seu irmão Samuel, a Da Capo, Revista Musical Portuguesa, da qual é diretora. Trabalhou como professora de Educação Musical (Pré-Escolar e 1º Ciclo), nos concelhos de Barcelos, Matosinhos, Gondomar, Vila Nova de Gaia, Santarém e Lisboa. Atualmente, é professora de Educação Musical, 1º Ciclo, no Orfeão de Leiria - Conservatório de Artes, EB1 Amarela e EB1 Guimarota, em Leiria. Paralelamente, publicou “Sonata ao Luar” e “Os Seis” (ficção), “Combatentes de Oliveira na Guerra Colonial – Tombaram Mas Não Caíram” e “Tempo de Marcha – Os 50 Anos de Cândido Bastos na Banda Musical de Oliveira” (documentário).

Thomas Lubitz

Começou a tocar trompete aos 10 anos de idade, o que levou ao ramo de artesão na construção de instrumentos. Depois de terminar a escola técnica começou a sua aprendizagem numa oficina de reparações, e terminou o exame, trabalhando, em seguida, em diferentes oficinas de reparação e empresas. Em 1981 mudou-se para Munique para trabalhar na fábrica “Ganter”, especialista em trompetes, trompas e trombones. Ao mesmo tempo, teve também educação adicional para alcançar o grau de mestre. Mudou de empresa para Melton/Meinl Weston em Geretsried, perto de Munique. Fez trabalhos especiais para tuba e desenvolvimento de tuba. Trabalhou como Meister para instrumentos personalizados de artistas, bem como na produção para tubas. Desde 1991, ingressou na empresa Yamaha como especialista em pesquisa e desenvolvimento. Responsável por todos os instrumentos de sopro com especialidade em ajustes personalizados para músicos e artistas da Yamaha. Aí criou especialmente uma rede mundial com músicos e outros técnicos para desenvolver a próxima geração de instrumentos de sopro para a Yamaha.