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9º Festival e Academia Internacional de Metais Graves · Alcobaça

26 a 30 de agosto de 2019

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Sobre o Festival

O Gravíssimo! é um Festival Internacional de Metais Graves sob a direção artística dos músicos Sérgio Carolino (tuba) e Hugo Assunção (trombone), que visa mostrar aos seus participantes e ao público em geral a versatilidade destes instrumentos, trabalhando vários estilos de música. Realizado anualmente em Alcobaça, na última semana de agosto, o festival agrega um número significativo de participantes, nacionais e internacionais, provenientes dos mais diversos backgrounds culturais e artísticos. Ao longo dessa semana promove-se a aprendizagem através da partilha de experiências entre todos e com os artistas e professores convidados, de reconhecido valor internacional.
 
A par do trabalho de Academia, entre masterclasses e workshops, o Gravíssimo! apresenta também uma forte componente artística trazendo ao público em geral a possibilidade de verem as performances dos artistas convidados e dos participantes envolvidos através de uma programação diária de concertos, que lhe valeu o reconhecimento de Remarkable Festival pela EFA (European Festivals Association) através da atribuição do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe) a partir de 2017.
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Regulamento da próxima edição do Gravíssimo! já está disponível

16 Abr 2019

Preços e prazos de inscrição para o 9.º Festival e Academia Internacional de Metais Graves de Alcobaça podem ser consultados no site do festival

Já está disponível o regulamento para o Gravíssimo! 9.º Festival e Academia Internacional de Metais Graves de Alcobaça, que irá decorrer em Alcobaça de 26 a 30 de agosto e cujo período de inscrições tem duas fases distintas, entre os dias 1 de maio e 16 de agosto, com os seguintes valores: €100 (1 de maio a 30 de junho) e €120 (1 de julho a 16 de agosto). A inscrição de alunos da Academia de Música de Alcobaça tem a taxa única de €90.

O Gravíssimo! é um verdadeiro acontecimento no domínio dos metais graves realizado anualmente na última semana de agosto, sob a direção artística dos músicos Sérgio Carolino (tuba) e Hugo Assunção (trombone), que visa mostrar aos seus participantes e ao público em geral a versatilidade destes instrumentos, trabalhando vários estilos de música.

Nos últimos dias, alguns dos nomes confirmados para a próxima edição foram avançados, entre os quais já se contam músicos convidados como Gene Pokorny (tuba), Robin Eubanks (trombone), Anthony Caillet (eufónio), Jon Hansen (tuba), Ricardo Antão (eufónio) e Nuno Martins (trombone).

Consultar o regulamento para a próxima edição aqui »

 

Festivais Cistermúsica e Gravíssimo! voltam a ser distinguidos com selo de qualidade europeu

8 Fev 2019

Atribuição do EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe – de Remarkable Festival premeia a qualidade artística e o envolvimento com as comunidades locais

O Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça e o Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves voltaram a ser agraciados, para o biénio 2019-2020, com o selo de qualidade EFFE – Europe for Festivals, Festivals for Europe – de Remarkable Festival, distinção atribuída pela EFA – European Festivals Association, com o apoio da Comissão Europeia e do Parlamento Europeu, concedida pela qualidade artística da sua programação, bem como pelo seu envolvimento com as comunidades locais e projeção internacional.

Com a atribuição deste selo, o Cistermúsica e o Gravíssimo! foram convidados a marcar presença no EFFE MeetUp de Lisboa a 15 e 16 Abril deste ano, assim como em 2020 em Galway (Irlanda) no contexto do Arts Festivals Summit, organizado anualmente pela EFA. Ambos foram ainda automaticamente colocados na competição pelos prémios EFFE, cujo júri internacional anunciará uma shortlist em julho próximo e a decisão final até setembro.

O selo EFFE constitui-se assim como uma importante porta de entrada na Europa para ambos os festivais, organizados pela Banda de Alcobaça/Academia de Música de Alcobaça em parceria com o Município de Alcobaça, beneficiando de campanhas internacionais de promoção, conferências de imprensa e ainda de acesso a uma fundamental plataforma de networking internacional, de que é exemplo a integração destes eventos no guia internacional FestivalFinder.eu.

Gravíssimo! é um dos finalistas (TOP10) na categoria Best Academic Festival dos Iberian Festival Awards

31 Jan 2019

Vencedor será conhecido a 13 de março numa gala no Teatro Afundación de Vigo que terá transmissão web, rádio (direto) e TV (diferido)

O Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves, organizado pela Banda de Alcobaça/Academia de Música de Alcobaça em parceria com o Município de Alcobaça, é um dos finalistas (TOP10) na categoria Best Academic Festival para a 4.ª edição dos Iberian Festival Awards, organização da APORFEST – Associação Portuguesa de Festivais de Música que tem como objetivo distinguir os melhores festivais que se realizam em Portugal e Espanha.

Refira-se que os Iberian Festival Awards, incluídos no Talkfest – 8.º Fórum Internacional dos Festivais de Música, tiveram, segundo a organização, um record do número de candidaturas e uma maior qualidade na informação fornecida pelos seus responsáveis, facto que valoriza ainda mais a eleição para as shortlists daquele que é o único festival e academia de metais graves realizado no nosso país e uma verdadeira referência internacional.

Aliando a qualidade da formação académica a uma crescente identidade artística na programação do festival Gravíssimo!, que desde 2013 mantém dupla direção artística dos consagrados músicos Sérgio Carolino (tuba) e Hugo Assunção (trombone), este é um projeto que agrega inúmeros participantes, nacionais e internacionais, oriundos de diversos backgrounds culturais e artísticos, reconhecido internacionalmente, desde 2015, com o selo EFFE “Remarkable Festival”, pela European Festivals Association em conjunto com a União Europeia, em dois biénios consecutivos (2015-2016 e 2018-2019).

Festivais Cistermúsica e Gravíssimo! nomeados para os Iberian Festival Awards

6 Dez 2018

Duas das categorias a que concorrem podem ser votadas pelo público até 31 de dezembro

O Cistermúsica – Festival de Música de Alcobaça e o Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves, organizados pela Banda de Alcobaça/Academia de Música de Alcobaça em parceria com o Município de Alcobaça, integram a lista de nomeados para a 4.ª edição dos Iberian Festival Awards, revelada esta semana. Os Iberian Festival Awards visam distinguir os melhores festivais que se realizam em Portugal e Espanha, e inserem-se no Talkfest – 8.º Fórum Internacional dos Festivais de Música, iniciativas promovidas pela Associação Portuguesa de Festivais de Música que decorrem em março próximo, em Vigo e Lisboa, respetivamente.

Os festivais Cistermúsica e Gravíssimo encontram-se nomeados para 3 das 22 categorias a concurso e constituem um caso único no panorama ibérico, pois não existe nenhuma outra entidade, pelo menos fora da lógica dos grandes festivais, com dois festivais incluídos nesta competição, ainda para mais sendo ambos realizados numa cidade média de Portugal: Alcobaça (embora o Cistermúsica apresente uma parte da programação noutros concelhos do país através de redes de cooperação cultural que foi estabelecendo ao longo dos últimos anos).

O Cistermúsica procura o reconhecimento em duas frentes: Best Small Festival e Best Cultural Programme. Na primeira categoria, destaca-se como um dos poucos festivais de música clássica a concurso e, dentro deste leque, será porventura o mais ecléctico (não sendo por acaso que o tema da edição de 2018 foi “Música Sem Fronteiras”), uma vez que a programação inclui todo os tipos de agrupamentos, desde recitais até a grandes orquestras sinfónicas passando ainda por grupos vocais e de música de câmara que apresentam, anualmente, obras de todos os períodos da história da música. Também a multidisciplinariedade da sua programação, desenvolvida pela vertentes Júnior e Famílias (dedicada a atividades educativas e didáticas) e OFF (que inclui outros domínios artísticos e géneros musicais para além da música erudita, como foi o caso em 2018 da dança contemporânea, jazz, cinema, teatro inclusivo, entre outros) torna-o um forte candidato à segunda categoria acima referida, que será decidida por um júri.

Por sua vez, o Gravíssimo, o único festival e academia de metais graves que se realiza no nosso país e que já é uma referência internacional, procura obter o reconhecimento de Best Academic Festival, categoria na qual se distingue dos demais candidatos por aliar a formação académica à dimensão de festival de música. A votação para as 13 categorias decididas pelo público, entre as quais as referidas Best Small Festival e Best Academic Festival, já estão disponíveis no site do Talkfest e decorrem até 31 de dezembro. Os vencedores serão conhecidos a 13 de Março, numa gala que terá lugar no Teatro Afundación, em Vigo, e na qual os festivais de Alcobaça procuram mais um reconhecimento pelo trabalho de excelência.

Note-se que, quer o Cistermúsica, quer o Gravíssimo, têm obtido reconhecimento internacional nos últimos anos, particularmente, com a atribuição do selo EFFE “Remarkable Festival”, pela European Festivals Association em conjunto com a União Europeia, em dois biénios consecutivos (2015-2016 e 2018-2019). Ambos os festivais têm uma forte ligação com o património programando a maioria das suas atividades no Mosteiro de Alcobaça (Património da Humanidade) e entre outros objetivos artísticos está a valorização dos jovens valores nacionais e internacionais. Em 2018, quer o Cistermúsica (26ª edição) quer o Gravíssimo (8ª edição) voltaram a ser objeto das melhores críticas e um sucesso de público com muitos dos seus concertos e outros eventos paralelos esgotados.

Patrocinador Yamaha destaca Gravíssimo! na sua página oficial e a presença de Thomas Lubitz

29 Ago 2018

A Yamaha, habitual patrocinador do Gravíssimo!, destacou na sua página oficial a 8.ª edição do Festival e Academia Internacional de Metais Graves em Alcobaça sublinhando algumas novidades que irá apresentar, tais como os novos bombardinos YEP-642TS e o YEP-842TS com o novo sistema de trigger, e o ciclo de conferências, intitulado “Coisas Importantes".

Este ciclo de conferências, dedicado a abordar temas relacionados com a prática artística e/ou com a realidade profissional de um músico, contará nomeadamente com a presença de Thomas Lubitz (especialista de pesquisa e desenvolvimento da Yamaha) que neste capítulo marcará presença hoje às 14h00 no Mosteiro de Alcobaça.

Refira-se ainda que o novo Yamaha SX é o piano oficial do 8º Festival e Academia Internacional de Metais Graves de Alcobaça, assegurado pelo parceiro oficial Neto Rocha (Programa de Patrocínio de Concertos – Yamaha Premium Pianos).

Podem consultar a notícia na íntegra aqui »

Gravíssimo! está em ação com inúmeros concertos até ao próximo dia 31 de agosto

28 Ago 2018

8.ª edição do Festival e Academia Internacional de Metais Graves em Alcobaça com alguns dos mais consagrados instrumentistas nacionais e internacionais

De 27 a 31 de agosto, o som dos metais graves volta à cidade de Alcobaça, com a 8.ª edição do Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves a demonstrar a versatilidade destes instrumentos e a manter o padrão elevado das últimas edições, ao reunir alguns dos mais consagrados instrumentistas nacionais e internacionais.

Organizado pela Banda de Alcobaça/Academia de Música de Alcobaça, sob a direção artística dos conceituados músicos Sérgio Carolino e Hugo Assunção, o Gravíssimo! é o único festival e academia de metais graves que se realiza no nosso país e que já é uma referência internacional, com reconhecimento europeu como Remarkable Festival através do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe).

Ao longo de uma semana, David Taylor, Marshall Gilkes, Daniel Perantoni, Oren Marshal, Demondrae Thurman e Mike Forbes são os grandes vultos dos metais graves que vão passar conhecimentos e desenvolver trabalho, em ensemble e ao nível da técnica individual, com os participantes, que este ano somam meia centena, oriundos de 5 países.

Além desta interação de prestigiados músicos com jovens artistas, o festival tem também as portas abertas ao público geral, com a apresentação de recitais e concertos que exploram a sonoridade grave dos metais em vários registos, da música de câmara ao jazz.

Depois do concerto de abertura com lotação cheia na passada segunda-feira, 27 de agosto, com a apresentação do disco “Full Tilt”, dos Transatlantic Tuba Connection, hoje há um recital de solistas de eufónio e tubas no Cine-Teatro de Alcobaça – João d'Oliva Monteiro, às 21h00, e na quarta-feira, dia 29 de agosto, teremos um recital de solistas de trombones tenores e baixos no Claustro D. Afonso VI do Mosteiro de Alcobaça (no mesmo horário).

Na quinta-feira, dia 30 de agosto, é dia de recital de jovens talentos, novamente no Claustro D. Afonso VI, às 18h30, que antecede o concerto duplo com Dopey Monkey e Oren Marshall, às 22h00, na Adega dos Balseiros, no Museu do Vinho de Alcobaça.

O concerto de encerramento está marcado para as 22h00 de sexta-feira, na Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, com R’B & Mr. SC + Marshall Gilkes, sendo este o único espetáculo gratuito. Para os restantes concertos do Gravíssimo!, os bilhetes custam €5, com exceção do recital de jovens talentos, que custa €3.

Será uma semana com muito groove e uma programação ecléctica e de nível internacional que confirma o Gravíssimo! como um verdadeiro acontecimento musical. O Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves conta com o financiamento da D.G.Artes/Ministério da Cultura e da Câmara Municipal de Alcobaça, com a parceria institucional da DGPC e o apoio de relevantes marcas de instrumentos musicais da área dos metais graves.

Gravíssimo! 2018, a 8.ª edição do festival e Academia Internacional de Metais Graves vai voltar a mexer com Alcobaça

22 Ago 2018

É já a partir da próxima segunda feira, dia 27 de agosto, que as vibrações dos metais graves vão voltar a mexer com a cidade de Alcobaça. Músicos convidados de renome internacional, alunos provenientes de vários países e a brilhante direção artística dos conterrâneos Sérgio Carolino e Hugo Assunção, garantem o nível de qualidade do Festival que se tem vindo a afirmar mundialmente no campo dos Metais Graves.

Para além das atividades formativas, caraterística distintiva do Festival, o Gravíssimo! apresenta concertos todos os dias, com uma programação eclética e diversificada que envolve vários espaços marcantes da cidade, de entre os quais destacamos o Mosteiro de Alcobaça e o Museu do Vinho.

Espreite o nosso cartaz, marque na sua agenda e não deixe passar a oportunidade de ver grandes nomes da cena internacional.

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8ª edição do Gravíssimo! tem as suas inscrições oficialmente abertas

14 Mai 2018

Regulamento e ficha de inscrição online para o 8º Festival e Academia Internacional de Metais Graves já se encontram disponíveis

Já estão abertas as inscrições para o Gravíssimo! 8º Festival e Academia Internacional de Metais Graves, evento que irá decorrer em Alcobaça de 27 a 31 de agosto e cujo período de inscrições tem três fases distintas, entre os dias 14 de maio e 17 de agosto, com os seguintes valores: €100 (14 de maio a 15 de junho), €120 (16 de junho a 15 de julho) e €150 (16 de julho a 17 de agosto). A inscrição de alunos da Academia de Música de Alcobaça tem a taxa única de €90.

O Gravíssimo! é um verdadeiro acontecimento no domínio dos metais graves realizado anualmente na última semana de agosto, sob a direção artística dos músicos Sérgio Carolino (tuba) e Hugo Assunção (trombone), que visa mostrar aos seus participantes e ao público em geral a versatilidade destes instrumentos, trabalhando vários estilos de música.

A par do trabalho de Academia, entre masterclasses e workshops, o Gravíssimo! apresenta também uma forte componente artística trazendo ao público em geral a possibilidade de verem as performances dos artistas convidados e dos participantes envolvidos através de uma programação diária de concertos.

Conhece todo o regulamento aqui»

Marca na tua agenda: de 27 a 31 de agosto o Gravíssimo! regressa para a sua 8ª edição

27 Mar 2018

Festival dirigido pelos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção abrirá inscrições em breve

A Academia de Música de Alcobaça (AMA) já está a preparar o próximo Gravíssimo! Festival e Academia Internacional de Metais Graves, projeto ambicioso que caminha para a sua 8ª edição e se realizará entre os dias 27 e 31 de agosto, prometendo mais uma vez ser um verdadeiro acontecimento musical no domínio dos instrumentos de metais graves.

Com a direção artística dos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, Gravíssimo! realiza-se na AMA e no Cine-Teatro de Alcobaça – João d'Oliva Monteiro, sendo um evento destinado especialmente aos estudantes de música de Conservatórios, Escolas Profissionais, Academias, Institutos Politécnicos e Universidades, acolhendo ainda a participação de músicos amadores que estejam interessados em desenvolver o seu nível técnico e artístico.

Sérgio Carolino (Tuba Principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Artista Internacional Yamaha, Professor na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto) e Hugo Assunção (Primeiro Trombone da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Professor de Trombone na Universidade de Évora e na Escola Superior de Música de Lisboa) serão, tal como é hábito, os anfitriões em terras de Cister, acolhendo neste evento músicos das mais diversas proveniências e backgrounds.

Gravíssimo! teve em 2017 a maior e mais internacional edição de sempre

21 Set 2017

Festival e Academia Internacional de Metais Graves voltou a mexer com Alcobaça apostando em muitas estreias e inovações

Foi o maior e mais internacional Gravíssimo! de sempre: em 2017 o Festival e Academia Internacional de Metais Graves ofereceu a Alcobaça a sua edição com o maior número de participantes, 79 alunos inscritos a par de 28 professores e músicos convidados, salientando-se ainda pela maior participação de sempre de elementos do sexo feminino, com um registo de 10 inscritas, mas também pela participação mais internacional de alunos na sua história, oriundos de 8 países diferentes, Portugal, Espanha, Itália, Japão, Rússia, Escócia, Dinamarca e Suíça, assim como de professores, vindos de Portugal, EUA, Suíça, Áustria, Brasil, Finlândia, Noruega, Eslovénia e Japão.

Mas nem só de números se fez o mais recente Gravíssimo!: a realização, pela primeira vez, de um Recital de Jovens Talentos foi claramente uma aposta ganha da direção artística composta pelos músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, bem como o convite a compositores residentes, 4 portugueses e 1 norueguês, que resultou este ano em 6 estreias mundiais: obras de Torstein Aagaard-Nilsen (1), Anne Victorino d'Almeida (2), Daniel Bernardes (1), Luís Cardoso (2) – tendo havido igualmente uma estreia europeia de Torstein Aagaard-Nilsen. Refira-se que foi ainda tocada uma obra do compositor residente Luís Cardoso de 2016 vencedora do Harvey Phillips Awards Prize for Excellence in Composition da ITEA (International Tuba Euphonium Association).

Outro dos principais destaques do cartaz foi o concerto dos TGB, inserido no ciclo de espetáculos Mosteiro de Alcobaça/Lugares Património Mundial da Região Centro, que na noite de 31 de agosto, levou perto de 500 espetadores à Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, num espetáculo de entrada livre, sem esquecer que em matéria de concertos (7) houve muitos outros grupos a marcar a sua passagem pela cidade: MASSIVE BRASS ATTACK!, T'NT "Tuba 'N Tuba", Yamaha Tuba Duo, Tubhonium Sketches, AntiTrio, Trio daBarca, The Devil's Blow - Tuba uNIT! feat. Jon Sass, Rythm Bones e SubWoof3r Trio.

Tudo isto não teria sido possível sem os vários apoios e os patrocinadores agregados que, mais uma vez, muito contribuíram para o sucesso desta iniciativa apostada em colocar os instrumentos de metais graves em primeiro plano, promovendo por outro lado a troca e a partilha de experiências multiculturais e artísticas entre os diferente intervenientes.

Concerto de Abertura alterado do Mosteiro de Alcobaça para o Cine-Teatro de Alcobaça

28 Ago 2017

O Concerto de Abertura do Gravíssimo! amanhã, às 21h00, previsto para o Mosteiro de Alcobaça foi alterado para o Cine-Teatro de Alcobaça devido à inconstância das condições meteorológicas durante os dias de hoje e amanhã, razões às quais a organização é totalmente alheia.

Pelo facto, a Direção do Festival e Academia Internacional de Metais Graves pede as mais sinceras desculpas, reafirmando que este Concerto se realizará no mesmo horário estabelecido.

Relembramos ainda que este concerto, intitulado "aBRASSsivo", contará com o Jovem Ensemble Português de Metais e Percussão Massive Brass Attack! e os seguinte solistas: Sérgio Carolino, Shimpei Tsugita, Gene Pokorny, Gabriel Antão, David Bruchez, Ricardo Carvalhoso, Justin Clark e Ricardo Antão.

 

Cinco dias de olhos postos na versatilidade dos metais graves

24 Ago 2017

Gravíssimo! traz-nos 7 concertos e recitais com músicos vindos dos quatro cantos do mundo
 
De 29 de agosto a 2 de setembro, a sétima edição do Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves traz à cidade de Alcobaça, que se transforma na Capital Mundial dos Metais Graves, alguns dos mais consagrados nomes internacionais.
 
Vindos dos quatro cantos do mundo, desde o Japão aos Estados Unidos da América, passando pela Noruega, Suíça, Áustria, Eslovénia e Brasil, os músicos reúnem-se em Alcobaça para partilhar experiências e transmitir conhecimentos a cerca de 90 alunos inscritos, de 8 nacionalidades diferentes.
 
Sob a habitual direção artística dos reconhecidos músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, o Gravíssimo!, que pretende demonstrar a versatilidade dos metais graves, explora a música em vários registos, da música de câmara ao jazz, centrando-se no desenvolvimento do trabalho artístico em ensemble e na melhoria contínua da técnica individual dos participantes.
 
Durante cinco dias, os sete concertos e recitais do Gravíssimo!, que contam com apresentações de várias músicos portugueses e internacionais, terão como palco dois dos lugares mais emblemáticos da cidade: o Mosteiro de Alcobaça e o Museu do Vinho.
 
Um dos principais destaques do cartaz é o concerto dos TGB, inserido no ciclo de espetáculos Mosteiro de Alcobaça/Lugares Património Mundial da Região Centro, que a 31 de agosto, quinta-feira, pelas 22h30, atuam em frente à Ala Sul do Mosteiro de Alcobaça, num espetáculo de entrada livre.
 
O Recital de Solistas, marcado para dia 1 de setembro, às 21 horas no Claustro D. Afonso VI do Mosteiro de Alcobaça, antecede outro momento alto do programa do Gravíssimo!, o concerto The Devil’s Blow – Tuba Unit! feat Jon Sass, às 22h45, também em frente à Ala Sul do monumento e com entrada gratuita.
 
De ano para ano, o Gravíssimo!, organizado e produzido pela Banda de Alcobaça/Academia de Música de Alcobaça (AMA), tem atraído a atenção de um público cada mais vasto e numeroso e, atualmente, é uma iniciativa com larga repercussão a nível internacional, com reconhecimento europeu como Remarkable Festival através do selo EFFE (Europe for Festivals, Festivals for Europe).
 
O Gravíssimo! não tem dado cartas apenas no mundo da música e esta quinta-feira viu o seu site selecionado para a galeria do CSS Light, uma plataforma que apresenta e promove novos talentos e tendências no mundo do design, destacando características únicas a nível de apresentação, criatividade, estética e codificação.
 
Depois do êxito das últimas edições, a organização pretende continuar a elevar o nome do festival que, além de receber prestigiados nomes do mundo da música dos metais graves, promove jovens artistas, encontros, concertos e experiências ímpares, tanto para os alunos inscritos como para o público assistente.
 
Motivos não faltam para que, entre 29 de agosto e 2 de setembro, o público regresse a Alcobaça e marque presença na sétima edição do Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves, um verdadeiro acontecimento musical no domínio dos instrumentos de metais graves.
 

Gravíssimo! volta a fazer de Alcobaça a capital do mundo dos metais graves de 29 de agosto a 2 de setembro

20 Jun 2017

Estão abertas as inscrições para festival liderado pelos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção

29 de agosto a 2 de setembro: estas são as datas deste ano em que a Academia de Música de Alcobaça (AMA) volta a promover o Gravíssimo! 7º Festival e Academia Internacional de Metais Graves, verdadeiro acontecimento musical no domínio dos instrumentos de metais graves que, depois de seis edições, este ano torna a assumir mais uma etapa no seu ambicioso percurso.

Com a habitual direção artística dos consagrados músicos alcobacenses Sérgio Carolino e Hugo Assunção, Gravíssimo! realiza-se na AMA e no Cine-Teatro de Alcobaça – João d'Oliva Monteiro e tem agora as suas inscrições abertas, sendo um evento destinado especialmente aos estudantes de música de Conservatórios, Escolas Profissionais, Academias, Institutos Politécnicos e Universidades, acolhendo ainda a participação de músicos amadores que estejam interessados em desenvolver o seu nível técnico e artístico.

Sérgio Carolino (Tuba Principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Artista Internacional Yamaha, Professor na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo do Instituto Politécnico do Porto) e Hugo Assunção (Primeiro Trombone da Orquestra Sinfónica Portuguesa, Professor de Trombone na Universidade de Évora e na Escola Superior de Música de Lisboa) são de novo os anfitriões em terras de Cister, acolhendo neste evento músicos das mais diversas proveniências e backgrounds.

Faça o download da respetiva Ficha de Inscrição (contém biografias, regulamento, modalidades de inscrição, etc.):

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Elizabeth Raum

As obras de Elizabeth Raum têm sido ouvidas por toda a América do Norte, Europa, América do Sul, China, Japão e Rússia, e foram regularmente transmitidas na CBC. Escreveu também para cinema e vídeo e ganhou prémios pelos documentários, Saskatchewan River; Like Mother, Like Daughter; e a longa-metragem, Sparkle. Produziu o primeiro vídeo clássico no Canadá com música originalmente escrita e intitulado Evolution: A Theme With Variations, estreado na gala da CBC em 1986. Compositora extremamente prolífica, as suas obras incluem 4 óperas, mais de 80 peças de música de câmara incluindo paisagens sonoras interativas com intérprete ao vivo, 17 obras vocais, obras corais incluindo um oratório, vários bailados, concertos e grandes obras orquestrais. Gozando da reputação de ser uma das compositoras mais "acessíveis" do Canadá, compõe para variadíssimos formatos e em estilos admiravelmente diversificados. Raum recebeu encomendas de organizações de prestígio como o Winnipeg Ballet, a Calgary Philharmonic, a Symphony Nova Scotia, o Nexus Percussion Ensemble, o Ottawa International Chamber Music Festival e o St. Lawrence String Quartet. Raum tem uma série de CDs comerciais, incluindo "How Bodies Leave Ecstatic Marks”, o CD  onde a sua "Dark Thoughts" foi a vencedora como Melhor Composição Clássica no Western Music Award de 2008. Em novembro de 2010, Raum recebeu a Ordem de Mérito de Saskatchewan. Está ainda incluída no Dicionário de Música e Músicos de New Grove, no Dicionário de Ópera de New Grove e no Dicionário de Mulheres Compositoras de New Grove, além de inúmeras outras publicações.

José Martínez

Tuba

Originário de Chelva (Espanha), José Martínez iniciou-se na música na Escola Regional de Música da sua cidade natal. Mais tarde, a influência de Sergio Finca, a instrução de Ramiro Tejero e a participação na Spanish Brass Academy foram cruciais para melhorar e fortalecer as suas competências musicais. Residências formativas na Suécia (Universidade de Gotemburgo) e nos Estados Unidos da América (Universidade de Boston, Instituto de Música de Chicago Negaunee, Academia Global da Filarmónica de Nova Iorque e Universidade de Redlands) foram tremendamente benéficas para a sua formação profissional. Apaixonado músico de orquestra, Martinez era membro da Academia da Orquestra Sinfónica de Chicago, onde tocava regularmente com a Orquestra Cívica de Chicago, orientado por Gene Pokorny, um mentor fundamental para o seu desenvolvimento. Outros compromissos incluem apresentações com a Sinfónica e Pops de Boston Symphony, Sinfónica de Chicago, Sinfónica de Gotemburgo, Filarmónica de Jalisco, Orquestra de Câmara Mahler, Orquestra de Minnesota, Filarmónica de Nápoles, Filarmónica de Nova Iorque, Sinfónica do Novo Mundo, Sinfónica do Porto, Sinfónica de Saint Louis ou World Brass. Jose Martínez completa atualmente um doutoramento em música na Universidade de Boston, sob a orientação de Mike Roylance, o seu mentor musical e pessoal mais importante desde 2011, quando atuava na Orquestra Nacional de Espanha, brassONEquintet e o duo 2Arts!.

 

Ricardo Mollá

Trombone

Ricardo Mollá estudou composição e trombone no Conservatório Superior de Música Oscar Esplá de Alicante (Espanha) na classe de Joan Enric Canet (composição) e de Javier Garcia (trombone), e no Hochschule für Musik, Theatre und Medien Hannover (Alemanha), na classe de Jonas Blyund (trombone). Foi premiado com uma bolsa de estudo da Sociedade dos Artistas de Espanha (AIE) e da Fundação JONDE-BBVA para estudar na prestigiosa The Juilliard School of New York, onde obteve o Mestrado em Música Clássica. Nesta escola teve a oportunidade de estudar Produção Musical, na classe de Greg Kalember e Tecnologia Musical na classe de Mari Kimura. Debutou como solista na Carnegie Hall (Recital Weill) depois de ganhar o primeiro prémio na New York Artist International Competition. Durante toda a sua carreira, Ricardo tem recebido prémios em mais de vinte competições nacionais e internacionais, tem atuado como solista em diversos eventos em todo o mundo e tem colaborado com muitas orquestras internacionais. Na área pedagógica, tem sido convidado a dar cursos, masterclasses e conferências na Europa, Américas e Ásia. Como compositor tem trabalhado para vários ensembles musicais, incluindo peças a solo com ou sem acompanhamento de piano, música de câmara (quartetos de cordas, quinteto de metais, quarteto de trombones, coro de trombones, ensemble de metais, trio de trombone, trompete e piano), coros, ensemble de sopros e orquestra sinfónica. Algumas das suas obras já têm sido tocadas por importantes orquestras internacionais.

Hélène Escriva

Eufónio

Hélène faz parte de uma nova geração de instrumentistas curiosos, dinâmicos e desejosos de conferir a atenção merecida ao eufónio e ao trombete baixo através da música de ensemble (é membra fundadora do Saxback Ensemble, faz parte do Sexteto de Metais NoSlide, do duo Oneto-Bensaid/Escriva, do Bokeh Tuba Quintet, da companhia “La Pieuvre”, da Symphonie de Poche, entre outros). Parte essencial do seu trabalho reside na criação de um novo repertório para o eufónio e na difusão de obras originais, desta forma colabora com vários compositores, como Nicolas Worms, Camille Pépin, Gabriel Philippot, Maxime Aulio, Jean-Michel Maury. Começou a estudar no CNSM (Conservatório) de Paris em 2012, tendo obtido em 2017 o seu Mestrado com unanimidade e louvor. Foi premiada em vários concursos franceses, europeus e internacionais e é frequentemente convidada a trabalhar com importantes Maestros e a integrar prestigiosas orquestras, tais como: Opéra de Paris, Orchestre Les Dissonances, Orchestre des Pays de la Loire, Orchestre National de Lille, Orchestre du Capitole de Toulouse, Orchestre Philarmonique de Radio France, Orchestre de l’Opéra National de Lorraine, Orchestre des Frivolités Parisiennes, Orchestre de la Symphonie de Poche, l’Orchestre Français des Jeunes. Tem igualmente participado em vários festivais, europeus e internacionais. Foi premiada pela Fundação Yamaha e pela Fundação Meyer em 2015. É artista Yamaha, representada pelas Produções Matrisse.

François Thuillier

Tuba

François Thuillier faz parte de uma nova geração de tubistas, conhecidos pela sua erudição, curiosidade e criatividade, bem como por tocarem uma grande variedade de música jazz e de improvisação com orquestras sinfónicas. Começou a sua carreira musical em Doullens e depois de ter recebido vários prémios atribuídos pelos Conservatórios de Amiens, de Lille e de Roubaix, em 1986 obteve um lugar no CNSM (Conservatório de Paris), onde estudou na classe de F. Lelong e recebeu 3 prémios em Sax-horn, Tuba e Música de Câmara. Ao mesmo tempo, começou a gravar no CIM (Escola de Jazz e de Música Moderna) no Departamento de Composição Jazz, continuando a sua formação na classe de Ph. Legris, conhecido pelo seu trabalho nas áreas da música contemporânea e da música para teatro. Em 1989 entrou a fazer parte do ‘Gardiens de la Paix’ Harmony Orchestra de Paris e continua, desde então, a sua carreira como membro de uma orquestra, solista e Jazzman. É um solista brilhante e um experiente improvisador em todos os géneros musicais e tem tocado e gravado em todo o mundo, com várias orquestras e ensembles. É também autor de livros pedagógicos e a sua discografia inclui cerca de 200 CDs, 25 dos quais com o seu nome. Fraçois Thuillier usa uma Tuba Yamaha, boquilha Romera Brass e mudo Schlipfinger. É diretor artístico do Jazz Festival in Montinvillers desde 2004 e do Brass Festival «Amiens joue des cuivres» desde 2016.

Ricardo Carvalhoso

Tuba

 Um dos tubistas mais aclamados da sua geração, Ricardo Carvalhoso tem vindo a desenvolver uma carreira internacional assinalável, tendo ganho já posições em orquestras profissionais na França, Suíça e Alemanha. A sua atividade concertística conta com a presença regular em algumas das mais importantes salas de concerto da atualidade, em metrópoles tais como Paris, Viena, Berlim, Tóquio, Londres e Nova Iorque. Entre 2012 e 2015 foi Tuba-Solista da Orquestra Filarmónica de Nice, com a qual teve a oportunidade de se apresentar a solo em 2014 sob a direção de Walter Hilgers interpretando o Concerto para Tuba e Orquestra de Ralph Vaughan Williams. A partir de 2015 assumiu a mesma função com a Orquestra da Ópera de Zurique, desempenhando-a até 2017. Atualmente é membro da Orquestra Filarmónica de Munique, uma orquestra cuja tradição de um som inconfundível se tornou célebre sob a batuta de grandes personalidades da direção de orquestra. Como solista foi galardoado em inúmeras ocasiões entre as quais se destacam o Prémio Jovens Músicos 2009, o Concurso de Instrumentos de Metal do Valle d'Aosta, o Concurso Internacional de Tuba “Ville d'Avray” em Paris e o Prémio da Fundação Kiefer Hablitzel. Ricardo Carvalhoso é professor convidado em várias universidades europeias e orienta regularmente masterclasses por todo o mundo.

Christian Jones

Trombone

Christian Jones começou a tocar trombone com dez anos de idade no excelente serviço de educação musical da sua região, até ingressar, em 1998, na Royal Academy of Music (RAM) de Londres. Em 2001, quando tinha 20 anos, foi convidado para integrar a BBC National Orchestra of Wales, o que lhe permitiu finalizar os estudos na RAM, na classe do Professor Bob Hughes, graduando-se com distinção em 2002, um mês antes de ingressar na Philharmonia Orchestra de Londres. Depois de uma década passada a tocar em todo o mundo, e de um ano em que assumiu as funções de deputado, em 2012 mudou-se para o Yorkshire com a sua esposa Katy Jones e a sua jovem família. É Professor de Trombone Baixo na Royal Northern College of Music de Manchester desde 2015, dando também formações na Brass Academy e na National Youth Orchestra da Grã-Bretanha. Toca trombone baixo e contrabaixo na Orchestra of Opera North desde 2012. Como solista tem trabalhado em vários eventos: Dublin Brass Week (2015), Arctic Trombone Festival (2016), Glasgow Trombone Week (2017) e Hungarian Trombone Bootcamp (2018). Ao mesmo tempo, Christian costuma ajudar na divulgação do trombone para o mais vasto público; de 2013 a 2015 assumiu o cargo de Presidente da British Trombone Society e durante este mandato participou como hóspede misterioso num famoso programa da manhã da Rádio BBC, tendo atingido 9.8 milhões de ouvintes! Em 2017 lançou o seu canal de YouTube, que hoje em dia conta com mais de 60 vídeos e dá, pela primeira vez no mundo, acesso livre a toda uma série de demonstrações de orquestra para Trombone Baixo e Contrabaixo. Além da música, Christian gosta de comer (muito e bem), nadar no mar (quanto mais frio, melhor), correr atrás dos seus filhos, caminhar, correr e andar de bicicleta no campo!

 

 

Jon Hansen

Tuba

Jon Hansen é um tubista, compositor e produtor americano a viver atualmente em Zurique. Tem gravado e atuado com The Fabulous Party Boys, Ahamefule J. Oluo's Now I'm Fine, ODESZA, The Seattle Repertory Jazz Orchestra, The Polyrhythmics, Pickwick, Industrial Revelation, Heatwarmer, The Seattle Symphony, Tubaluba, Katie Kuffel, All-Star Opera, e costuma estar em palco como solista convidado na América do Norte, Europa e Ásia. Estudou tuba com Chris Olka (DMA, MM, University of Washington), Jim Self, Norm Pearson (BMA University of Southern California) e Sérgio Carolino. As suas composições foram tocadas e gravadas na Europa, Ásia, Austrália e na América do Norte por Sérgio Carolino, TAZ, Mr SC and the Wildbones Gang, Steve Rosse, Ko-Ichiro Yamamoto, Danny Helseth, Surrealistic Discussion, Aaron Tindall, e por ensembles em vários locais, entre outros: Cal State University Long Beach, Tennessee Tech University, Ithaca College, the University of Washington.

Anthony Caillet

Eufónio

Anthony Caillet começou a tocar eufónio com uma tenra idade e pouco tempo antes de o instrumento ter ganho o sucesso que ainda hoje detém em França. Diplomado no Conservatoire Supérieur de Paris e premiado nas competições internacionais mais prestigiadas, bem como nos palcos de música jazz, Anthony diz-nos que “tudo é possível com um eufónio”! Prova disso são as suas participações nas orquestras mais notáveis (Orchestre de Paris, Orchestre National de France, Ensemble Inter-Contemporain…) e em formações de pequenas dimensões (Bokeh Tuba Quintet, Smoking Mouse, Melusine…). Viaja pelo mundo inteiro como solista ou com grupos e cria novas obras por encomenda de compositores e músicos das mais variadas origens musicais. Tem a capacidade de abrir novos horizontes para si próprio e para os outros músicos. É artista Yamaha.

 

Robin Eubanks

Trombone

Robin Eubanks é o melhor trombonista jazz da sua geração. Quer seja atuando com o seu grupo, Mental Images, com os EB3 ou ainda com os SF Jazz Collective e o Dave Holland Quintet / Big Band, Robin consegue atingir um impacto forte e duradouro nas audiências. Provém de uma família completamente devota à música: o seu irmão, Kevin Eubanks, foi diretor musical do The Tonight Show; a sua mãe é educadora musical, outro irmão, Duane, é um consagrado trompetista; e o seu tio Ray Bryant é um distinto pianista jazz por direito próprio. A sua educação musical começou aos 8 anos e continuou na Universidade, quando concluiu os estudos com distinção na University of the Arts de Filadélfia. Aqui não se limitou a estudar trombone, mas também Teoria Musical, Harmonia, Composição e Arranjo. Após os estudos, o jovem trombonista mudou-se para Nova Iorque, onde começou logo a colaborar com uma vasta panóplia de notáveis artistas, entre outros: Art Blakey, Elvin Jones, Eddie Palmieri, Sun Ra, Barbra Streisand, The Rolling Stones and Talking Heads. É então galardoado com os Grammys para a sua performance em Wide Angles de Michael Brecker e What Goes Around e Overtime de Dave Holland. Robin ensinou no Oberlin College Conservatory durante 20 anos, onde foi Professor Titular de Trombone Jazz e Composição Jazz. Tem também dado formações no Berklee College of Music e no New England Conservatory. O seu trabalho tem sido reconhecido com vários prémios: o Jazz Times Critics Poll como melhor trombonista em 2014, mas também outros concursos como Trombonista do ano (Downbeat’s Readers and Critics Polls), o prémio de composição da Chamber Music America e o da ASCAP. Os seus gostos na composição são tão diversos como a sua brilhante carreira de performer. Musicalmente fluente, mas também estilisticamente plurilingue, este compositor eclético é capaz de falar uma grande variedade de linguagens musicais. Como é que ele consegue? A chave do segredo parece consistir em ter o completo domínio do seu ofício e um dom natural que muito se aproxima da combinação entre a matemática e a magia.

Gene Pokorny

Tuba

Gene Pokorny toca tuba na Chicago Symphony desde 1989. Integrou antes a Israel Philharmonic, a Utah Symphony, a St. Louis Symphony e a Los Angeles Philharmonic. Além de ter tocado em bandas sonoras de filmes de Hollywood (“Jurassic Park”, “O Fugitivo”, entre outros), atua em grupos de música de câmara, orquestras de ópera e festivais de orquestras em todo o mundo. O homem chegou à lua há exatamente 50 anos (julho de 1969) e a nave espacial Apollo, que fez esta viagem, foi construída a 1km e meio de distância do sítio onde Gene Pokorny cresceu. Estudou na University of Southern California com Jeffrey Reynolds, Larry Johansen, Tommy Johnson e Roger Bobo. Quando não está a contar compassos de espera na fila de trás do palco da Orchestra Hall, Gene dá formações em todo o mundo e faz de assistente ao trombonista dos Rolling Stones, Michael Davis, para a publicação de vários livros de aquecimento. Tem participado em diversas gravações pedagógicas e a solo. Recebeu um Outstanding Alumnus Award e um Doutoramento Honoris Causa respetivamente pela University of Southern California e a University of Redlands. É membro da Union Pacific (Railroad) Historical Society, é portanto um “foamer” (gosta de ir à procura e de observar os comboios). Possui o cartão de associado da The Three Stooges Fan Club (vítima de “soicumstance”) e é um ávido entusiasta do seu grande amigo David “Red” Lehr, o melhor sousafonista Dixieland de todo o universo. Gene e a sua esposa Beth Lodal (também tubista) e os seus basset hounds (que não é músico e tem uma vida real), frequentemente exploram o seu frigorífico, situado no Edgewater, periferia de Chicago.

Sérgio Carolino

Tuba

Colecionador de obras, discos, prémios, elogios, reputação, óculos escuros, hashtags e selfies. Fonte de criatividade e virtuosismo. Eclético, original e visionário. Curioso por definição. Aventureiro por opção. Dono de um coração puro e de Sparky, o Basset Hound. Transpira musicalidade e trabalha para atingir a excelência. Apaixonado pela vida, adora cinema, mitologia, ler, pescar e passar tempo com os seus amigos. Quem se cruza com ele, jamais o esquecerá e sai, desse encontro, humana e profissionalmente mais rico. Desde sempre demonstrou uma grande curiosidade e capacidade para explorar diferentes caminhos e idiomas musicais. Atualmente a sua reputação internacional, estabeleceu-se pelo seu eclectismo, que vai desde a sua interpretação do repertório standard e contemporâneo para tuba e na sua abordagem estilística ao jazz, funk e à música totalmente improvisada. Sérgio Carolino, é um dos mais aclamados tubistas, com atividade constante na qualidade de solista e professor nos mais conceituados festivais, conservatórios e universidades dos cinco continentes. Recebeu em quatro ocasiões o Roger Bobo Award Prize (2008, 2010, 2012 e 2014), o Prémio de Músico Revelação de Jazz em Portugal (2004), o Prémio Carlos Paredes (2004), o Prémio SPA (2013) na Categoria de Música Erudita, pelas obras editadas em 2012 e ação divulgadora da música portuguesa pelo Mundo. TGB, TUBAX Duo, TUBAB Duo, R’B&MrSC, The Postcard Brass Band, XL Duo, Surrealistic Discussion, Duo AR., SubWoof3r, Tuba&Drums Double Duo, Duo Adamastor, Funky Bones Factory!, Yamaha Tuba Duo, Moderato Tangabile, T’N T, Mr.SC & The Wild Bones Gang, European Tuba Trio, Massive Brass Attack!, Intergalactic Vibes!, Crossfade Ensemble, correm-lhe nas veias. Sérgio Carolino é, desde 2002, tuba solo / principal da Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Artista Internacional Yamaha, artista exclusivo da Plataforma Artística Palco Improvisado. Toca exclusivamente com bocais, com a sua assinatura, do atelier Brass.Lab MoMo (Osaka, Japão), com a surdina “Mushroom Cup Mute” desenhada e concebida por si e fabricada pelo austríaco Johann Schlipfinger. Sérgio é ainda professor na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) do Instituto Politécnico do Porto e Diretor Artístico do mundialmente famoso Gravíssimo! – Festival e Academia Internacional de Metais Graves de Alcobaça.

Hugo Assunção

Trombone Tenor

Nasceu em Vestiaria (Alcobaça) em 1969. Em 1983 ingressou no Conservatório Nacional de Música, na Classe do Professor Emídio Coutinho. No seu percurso académico realizou estágios com as mais diversas orquestras de jovens, de onde se destacam a Orquestra Portuguesa da Juventude, Orquestra Sinfónica Juvenil e Orquestra de Jovens do Mediterrâneo. Foi instrumentista convidado com a Orquestra da Fundação Calouste Gulbenkian; Orquestra Régie Sinfonia; Orquestra Clássica do Porto; Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos; Orquestra Clássica da Madeira; Orquestra do Algarve; Orquestra Sinfonietta de Lisboa; Orquestra Metropolitana de Lisboa; Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música; Orquestra Sinfonia Varsóvia; Orquestra de Jazz de Matosinhos e Orquestra de Jazz do Hot Clube de Portugal. Entre 1988 e 1992 foi Primeiro Trombone na Orquestra do Teatro Nacional de São Carlos. Foi membro da Orchestrutópica. Foi membro fundador e principal impulsionador de alguns dos primeiros grupos de metais criados em Portugal: Quinteto de Metais Hot Brass, Decateto de Metais de Lisboa, Ensemble Português de Trombones, Quinteto Português de Metais, Quinteto de Metais da Orquestra Sinfónica Portuguesa. Em 1997 criou o Jornal do Núcleo de Trombonistas da APPIS, primeira publicação especializada criada em Portugal, distribuída para mais de 300 trombonistas por todo o país. Lecionou na Universidade de Aveiro, na Escola Superior de Música do Porto, na Escola Profissional de Música de Espinho e na Escola Profissional Gualdim Pais em Tomar. Foi Professor de Trombone e Música de Câmara nos Cursos de Música de Pousos (Leiria), Loures e Caldas da Rainha. É regularmente convidado a lecionar Masterclasses em Portugal e no estrangeiro. Organizou cursos com diversos trombonistas, de onde se destacam os conceituados trombonistas de jazz americanos Conrad Herwig, Ed Neumeister e o Primeiro Trombone da Orquestra Filarmónica de Nova Iorque – Joseph Alessi. Em 2006 gravou dois CDs para a editora Afinaudio, um projeto a solo – Vox Gabrieli, e um outro como líder do Ensemble Português de Trombones – A Different Era. Em 2012 gravou um CD duplo com o grupo Mr. SC & The Wild Bones Gang, premiado com o 2014 Roger Bobo Award Prize for Excellence in Recording. Em agosto de 2014 gravou um segundo disco com o grupo Mr SC & The Wild Bones Gang, participando como solista ao lado de nomes como Eugene Pokorny (tuba solo da Orquestra de Chicago), Shimpei Tsugita (tuba solo da Yomiuri Nippon Symphony Orchestra), Eijiro Nakagawa (trombone/compositor e artista Yamaha) e Demondrae Thurman (eufónio, Sotto Voce Quartet). Em novembro de 2016 gravou um disco com o grupo Crossfade em colaboração com Daniel Bernardes (piano e líder do projeto), João Barradas (acordeão), Sérgio Carolino (tuba), Ricardo Toscano (saxofone e clarinete), Jeffrey Davis (vibrafone) e Mário Marques (saxofone). Em 2016 foi o Diretor Musical dos The BellsBrass Ensemble na gravação de um disco em que participou o solista internacional Sérgio Carolino. Em 2017 foi o Diretor Musical convidado a dirigir o ensemble de metais Massive Brass Attack (ESMAE), na gravação de um disco com os solistas internacionais Sérgio Carolino e Nimrod Ron. É, juntamente com o tubista Sérgio Carolino, Diretor Musical de um dos mais conceituados festivais de metais graves a nível internacional, o GRAVÍSSIMO! Festival e Academia Internacional de Metais Graves, que se realiza anualmente em Alcobaça. Leciona as cadeiras de Trombone e Música de Câmara na Escola Superior de Música de Lisboa. Atualmente é Diretor Musical do The BellsBrass Ensemble e do ensemble de metais e percussão ESML Brass Crew, e Diretor Artístico do grupo Mr. SC & the Wild Bones Gang. É Primeiro Trombone/Coordenador de Naipe da Orquestra Sinfónica Portuguesa.

Nuno Martins

Trombone Baixo

Trombonista baixo português, atualmente Artista Bach e solista na Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música. Leciona ainda na Escola Superior de Artes e Espetáculo do Porto (ESMAE). Estudou na Escola Profissional Artística do Vale do Ave (ARTAVE) em Santo Tirso e na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE), no Porto. Aperfeiçoou os seus conhecimentos musicais frequentando Masterclasses com professores de renome internacional como: Stefan Loyer, David Bruchez, Stefan Schulz, Jim Self, Sérgio Carolino, Jon Etterbeek,Peter Erikson, Severo Martinez, Gene Pokorny, Stefan Geiger, entre outros. Desde 2006 e após audição europeia, foi convidado a integrar as Orquestras Gustav Mahler e a Academia Schelswig-Holstein Musik Festival, onde teve oportunidade de trabalhar com os maestros Cláudio Abado, Phellip Jordan, Lawrence Foster, Christoph Enchenbach, Cristoph Van Donany e Thomas Hengelbrock. Nuno colaborou regularmente com orquestras Metropolitana de Lisboa, Nacional do Porto, Filarmonia das Beiras, Sinfonietta de Lisboa, Remix-Ensemble Casa da Música, Sinfónica da Galiza (Espanha), Clássica da Madeira, Clássica do Algarve e a Sinfónica Portuguesa do Teatro Nacional de São Carlos. Ao longo da sua carreira tem atuado um pouco por todo o globo, tocando com os mais diversos projetos, dando recitais e Masterclasses. Portugal, Escócia, Áustria, Holanda, Bélgica, Suíça, Luxemburgo, EUA, França, Espanha, Alemanha, África do Sul, Brasil foram alguns desses países. No verão de 2011 fez a estreia europeia da Obra FREYJA para trombone baixo e Orquestra Sinfónica do compositor Cláudio Moreira com a Landesjugendorchester Bremen sob a direção do maestro Stefan Geiger gravando DVD ao vivo na Sala Guilhermina Suggia Casa da Música. Faz parte dos projetos Massive Brass Attack!, Mr SC & The Wild Bones Gang, T’NT, Duo Subwoofer (com Sérgio Carolino), sendo ainda fundador do projeto SURREAL com Bruno Costa (percussão).

 

 

Rui Bandeira

Trombone Baixo

Rui Pedro Reis Lopes Bandeira nasceu em Vilarandelo, Valpaços em 1987. Iniciou os seus estudos musicais aos 9 anos em piano e guitarra na escola Osnabrück com o professor Francisco d’Outel. Aos 11 anos aprendeu fliscorne na Banda Filarmónica de Vilarandelo. Aos 14 ingressou na Academia de Música Orfeão de Ovar, em trombone na classe do professor Rui Pedro Alves. Aos 16 entrou na Escola Profissional de Música de Espinho, onde concluiu o curso com sucesso na classe do Professor Alexandre Vilela. Frequentou a Escola Superior de Música e das Artes do Espetáculo no Porto, no curso de Jazz – Trombone com os professores Lars Arens e Paulo Perfeito. É membro da European Movement Jazz Orchestra, Mr. SC and Wild Bones, Big Band Estarrejazz, Funky Bones Factory, New Sketch, Souq, Fanfarra Kaustika, Orquestra de Jazz do Porto, R´B & Mr.SC e L.A Banda Larga. Colabora com variadas orquestras de jazz entre elas a Big Band do Hot Club de Portugal. Colaborou com a Orquestra Fundação Guimarães, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra do Algarve e Orquestra Clássica de Coimbra. Como freelancer está sempre a saltar entre o jazz, o erudito e a pop.

Ricardo Antão

Eufónio

É professor de Eufónio e Música de Câmara na Universidade de Aveiro, professor assistente de Tuba/Eufónio e Música de Câmara na Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo (ESMAE), no Porto, professor de Tuba/Eufónio e Música de Câmara no Conservatório de Música da JOBRA, professor de Tuba/Eufónio na Academia de Música de Paços de Brandão e Artista Yamaha. Entre 2012 e 2017 lecionou Eufónio na Academia de Música de Costa Cabral, no Porto, tendo também lecionado Tuba e Eufónio na Escola Profissional de Artes da Covilhã (EPABI), em 2012/2013. Foi professor convidado no Festival SliderAsia 2017, onde também se apresentou em recital. É convidado para orientar masterclasses um pouco por todo o país, mantendo também uma grande atividade como solista. É membro fundador dos grupos: Ensemble Português de Tubas “How Low Can You Go?”, Trítono, DualSim, BlindDuo e Dual Soundway. Estreou obras dos compositores André M. Santos, Matthew Murchison, Marco Alves, Daniel Moreira, Daniel Martinho, Filipe Lopes, Bruno Ferreira, Bernardo Lima e Samuel Pascoal. Foi premiado em concursos nacionais e internacionais, tais como: 1º Prémio Nível Júnior, Concurso “Terras de La Salette”, em 2008 e 3º Prémio no International Tuba and Euphonium Competition, Artist Euphonium Division, em Linz, Áustria, em 2012. 

Mauro Martins

Eufónio

Mauro António Martins é um jovem músico português, nascido na Suíça em 1995, para quem a música é, desde os 10 anos de idade, uma motivação que se tornou um modo de vida que confere felicidade e realização. Teve o primeiro contacto e paixão pela música numa Banda Filarmónica como grande parte dos instrumentistas de sopro em Portugal. Aos 15 anos de idade, convicto das suas opções profissionais, ingressou na EPABI – Escola Profissional de Artes da Covilhã (Covilhã, Portugal), onde concluiu o curso Básico de Instrumento (2010-2013) e, posteriormente, o curso Instrumentista de Sopros e Percussão (2013-2016), na classe de eufónio, tendo trabalhado com os professores Nuno Machado, Ricardo Antão e Luís Oliveira, entre outros. Em 2016, concorre e é admitido na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (Porto, Portugal), na classe do Professor Sérgio Carolino e Ricardo Antão. Como forma de se desafiar e auto-superar, numa busca incessante pela aprendizagem, o Mauro tem participado em alguns concursos internacionais, nos quais destaca o 1.º Prémio no concurso internacional de sopros “Terras De La Salette” (Oliveira de Azeméis, Portugal), categorias Júnior (2014) e Sénior (2015), 1.º prémio no concurso Filarmonia D’Ouro com a orquestra de sopros da EPABI (2017) e o 1º prémio no Concours International de Saxhorn, Euphonium and Tuba de Tours (2019). Na sua carreira destaca a influência de Sérgio Carolino, Thomas Rüedi, Demondrae Thurman, Anthony Caillet, Roland Szentpáli e Gene Pokorny. Mauro Martins tem vindo a conquistar um lugar no panorama musical nacional e internacional, sustentado numa dialética de trabalho e de talento. É artista da marca de instrumentos ADAMS, MO?2; mouthpieces e Denis Wick.

Artistas Convidados a anunciar

Ensembles a anunciar

Daniel Schvetz

Daniel Schvetz estudou piano e composição no Conservatório Nacional de Buenos Aires López Bouchard, composição no Conservatório Beethoven, e música electroacústica na Universidade Ricardo Rojas. Participou nos Cursos Latino-americanos de Música Contemporânea e Cursos de Verão no IRCAM (recursos electroacústicos). Foi discípulo em piano de Roberto Brando, Moises Makaroff, M. R. Oubiña de Castro, em composição, contraponto e fuga de Guillermo Graetzer, em análise e harmonia do séc. XX de Fermina Casanova. Viajou várias vezes pela Argentina, Peru, Bolívia, Brasil, Chile, Uruguai e Paraguai como intérprete e pesquisador dos diversos folclores, o que inspirou muitas obras desse período, não só pelas riquíssimas variedades e estilos musicais, como pela poesia, literatura e tradições culturais das diversas geografias e povoações. Participou de projetos jazzísticos e de improvisação pura, de inspiração folclórica como “Luna”, “Canto Entero”, de tango e inspiração tangueira como “El Borde”, “Duo Naka-Schvetz”, e de vários projetos de música contemporânea como “Ophris” com César Viana, interpretando obras de compositores portugueses, e os ensembles Septeto Daniel Schvetz, Duo “Moderato Tangabile” com o tubista Sérgio Carolino, e o Duo “Pois é” com a cantora Sara Belo. Compôs para orquestra, ensembles de câmara, coro e solistas, destacando-se as óperas O Principezinho e O Defunto e Conferência dos Pássaros,a Misatango e o Concerto para bandoneón e orquestra e o bailado O Cavaleiro da Dinamarca (baseado no texto homónimo da Sophia de Mello Breynner).

Anne Victorino d’Almeida

Professora de violino na Escola de Música do Conservatório Nacional, divide-se entre o ensino, a interpretação e a composição, vencedora em 1997 do prémio Melhor Proposta Musical do Teatro na Década 97, a sua obra abrange obras corais, de câmara, sinfónicas e bandas sonoras.

Daniel Bernardes

Daniel Bernardes nasce em Alcobaça a 26 de junho de 1986. Começou a estudar piano aos 5 anos de idade e aos 18 muda-se para Paris, admitido na prestigiada École Normale de Musique de Paris. Regressa a Portugal para se dedicar ao Jazz, estudando com Filipe Melo na Escola de Jazz Luíz Villas-Boas, ingressando depois na Escola Superior de Música de Lisboa onde, pela mão de João Paulo Esteves da Silva, se torna no primeiro Licenciado em Piano Jazz desta instituição. Frequenta actualmente o Doutoramento em Artes Musicais da Universidade Nova de Lisboa. É-lhe atribuído o Prémio de Melhor Instrumentista, nível Superior, na Festa do Jazz no S. Luiz. Em 2010 apresenta o seu trio na Casa da Música com o qual lança, em 2013, o seu disco de estreia "Nascem da Terra". Desenvolve também uma actividade intensa enquanto compositor na procura de mesclar os universos do jazz e da música erudita sendo galardoado com a Bolsa Jovens Criadores do Centro Nacional de Cultura pelo projecto "Daniel Bernardes' Crossfade Ensemble", e, em colaboração com os Drumming Grupo de Percussão, cria "A Liturgia dos Pássaros" um projecto em homenagem a Olivier Messiaen, premiado pela Fundação GDA. A partir das recolhas de Michel Giacometti cria "O Rondó da Carpideira" um espectáculo multi-disciplinar em parceria com o saxofonista Mário Marques e o artista multimédia Gonçalo Tarquínio. Trabalha igualmente para Teatro assumindo a direcção musical de "Cimbelino" de W. Shakespeare com encenação de António Pires para o Teatro do Bairro assim como de "Sweet Home Europa" de D. Carnevali com encenação de João Pedro Mamede, numa produção do Teatro Nacional D. Maria II. Estreia-se em cinema com a Banda Sonora de "Peregrinação" de João Botelho.

Compositores a anunciar

Cândido Fernandes

Cândido Fernandes nasceu em 1989 e iniciou os seus estudos musicais no Conservatório de Música do Porto em 2001. Obteve o Curso de Mestrado em Música pela Universidade de Évora, é titular do grau de Mestre em Ensino pela Escola Superior de Música de Lisboa, e pós-graduado em Administração Escolar pela Escola de Sociologia e Políticas Públicas do ISCTE-Instituto Universitário de Lisboa. Pianista acompanhador da Escola Artística de Música do Conservatório Nacional desde 2008/09, tem realizado um percurso ativo e pró-ativo em diversos projetos.

Bernardo Pinhal

Piano

Vencedor de vários concursos nacionais, tendo concluído em 2016 o Mestrado em Performance como aluno de Claudio Martinez Mehner em Basileia (com bolsa da Fundação Calouste Gulbenkian), e Professor no Conservatório de Música e Dança de Bragança e na Academia Fernandes Fão.

Telmo Marques

Piano

Pianista e compositor portuense, professor na ESMAE – Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo do Porto (Análise Musical e Orquestra Jazz), mantém uma atividade de concertista em recitais, ações de formação e concertos pedagógicos.

Pianistas a Anunciar

João Carvalho

Eufónio

João Carvalho começou a soprar as primeiras notas musicais na Banda Musical da sua terra, Santa Marinha do Zêzere. Descobriu que a música seria o seu caminho e, sendo assim, ingressou no Conservatório de Música do Porto e, posteriormente, na EPABI (Escola Profissional de Artes da Beira Interior). Licenciou-se em Música pela ESML (Escola Superior de Música de Lisboa) e mais tarde, querendo aperfeiçoar e aprofundar os seus estudos, ingressou na Hochschule der Künste Bern, onde conclui com distinção e classificação máxima de Excelente, o Mestrado em Performance Musical na classe do professor Thomas Ruedi. Durante o seu percurso venceu alguns concursos musicais: 1.º Prémio no 2.º Concurso National de Instrumentos de Sopro “Terras de La Salette”, categoria Júnior; 1.º Prémio no 1.º Concurso Internacional de Instrumentos de Sopro “Terras de La Salette”, categoria sénior. Atualmente é membro da Banda Sinfónica da Guarda Nacional Republicana e encontra-se ligado a outros projetos musicais paralelos.

José Rosas

Trombone

José Rosas, natural de Viana do Castelo, inicia os seus estudos na Academia de Viana do Castelo, na classe do professor Nélson Silva. Em 2013, ingressa na Escola Profissional de Música de Viana do Castelo sob a classe do professor Ricardo Pereira. Em 2015, obteve o 3.º lugar na categoria juvenil no concurso Internacional Terras de La Salette e, no ano de 2016, no mesmo concurso, obteve o 3.º lugar na categoria Júnior. Posteriormente, no ano de 2018, obteve o 2.º prémio no 2º Concurso Internacional de Trombone e o 1.º prémio no Concurso Internacional Terras de La Salette. Durante o seu percurso académico, participou em masterclasses com inúmeros trombonistas, tais como: Ricardo Pereira, Gabriel Antão, Kevin Hakes, Juan Carlos Matamoros, Filipe Alves, Severo Martinez, Achilles Liarmakopoulos, Ricardo Mollá Albero, Mario Calvo Ponce, Eyvind Sommerfelt Osg e Jon Eterbeek. A nível de música de câmara, José Rosas integrou o quarteto de trombones Vianna Bones Quartet, tendo arrecadado, no ano de 2015, o 1.º lugar no 1.º Concurso de Música de Câmara de Vila Verde e posteriormente, no ano de 2016, vencem a 30.ª edição do Prémio dos Jovens Músicos em música de câmara nível médio. Ainda no âmbito da música de câmara, tiveram a oportunidade de trabalhar com a pianista Olga Prats. Paralelamente às suas atividades com música de câmara e a solo, participou em diversos estágios de orquestra com inúmeros maestros de renome nomeadamente: Javier Viceiro, Rafa Agulló Albors, Octavio Mas-arocas, José Alberto Pina, Jordi Francés, Fernando Marinho, Juan Carlos Diaz, Hans Casteleyn, Peter Askim, Julian Lombana, Ernst Schelle, José Miguel Pérez Sierra, Krzysztof Penderecki, Maciej Tworek e Thomas Hauschild. Atualmente, encontra-se no segundo ano de licenciatura na Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo (ESMAE) na classe do professor Severo Martinez e integra a Orquestra de Jovens da Sinfónica da Galiza.

Miguel Barros

Trombone

Miguel Barros nasceu a 12 de Agosto de 1998 em Viana do Castelo. Ingressou, com 10 anos de idade na Academia de Música de Viana do Castelo na classe do professor Nélson Silva e, mais tarde, na classe do professor Ricardo Pereira. No seu 10.º ano, entrou para a Escola Profissional de Música de Viana do Castelo, orientado pelo professor Gonçalo Dias. Neste momento continua a estudar na ESMAE - Escola Superior de Música Artes e Espetáculo no Porto. Como prémios individuais teve um segundo lugar no Concurso Internacional “Terras de la Salette” na categoria Júnior, segundo lugar no Concurso de Sopros do Alto Minho na categoria Sénior, e um primeiro lugar no Concurso de Trombones de Castelo de Paiva na categoria de Trombone Baixo.

Sofia Moody

Tuba

Sofia Moody iniciou os seus estudos musicais aos 4 anos em piano. Aos 6 anos começou a aprender harpa no Conservatório Nacional e um ano mais tarde regressou ao piano. Aos 10 anos decidiu mudar para percussão, tendo aulas privadas com Elizabeth Davis e, mais tarde, estudou com Tatiana Martins e Fábio Dias no Conservatório de Música da Metropolitana. Em 2012 ingressou na Escola Profissional Metropolitana onde estudou durante um ano com Marco Fernandes, Miguel Herrera, João Carlos Pacheco e Andreu Rico e seguiu o resto do curso em tuba, com Henrique Costa e Adélio Carneiro. Iniciou a sua Licenciatura na Academia Nacional Superior de Orquestra, com Adélio Carneiro, em 2016. Tem vindo a frequentar diversas Masterclasses ao longo da sua formação, nomeadamente com Pedro Carneiro, Peter Vulperhorst, Jeffrey Davis, John Psathas, entre outros (percussão) e Daniel Perantoni, Alfonso Molla, Andreas Hofmeir, Anne Jelle Visser, Stephane Labeyrie e Alessandro Fossi (tuba). Obteve o segundo prémio na categoria Tuba Sénior no concurso Terras de La Salette 2016 e a segunda classificação na categoria Tuba, Nível Superior do Prémio Jovens Músicos 2017.

Jovens Talentos a Anunciar

Hirotaka Nakai

Nascido em 1986, Hirotaka Nakai começou a tocar trompa aos 12 anos. Ingressou no Atelier Momo após ter terminado o ensino de segundo grau. O seu trabalho no Atelier consistia em fazer bocais para instrumentos da família dos metais, reparação e reestruturação de instrumentos. Enquanto único aprendiz de Mr. Momotake Kawamura, assumiu a direção do Atelier em abril de 2019, dando-lhe novo nome: BrassLab.MOMO. Está sempre pronto a responder a todas as necessidades dos músicos que frequentam o Atelier.

Thomas Lubitz

Começou a tocar trompete aos 10 anos de idade, o que levou ao ramo de artesão na construção de instrumentos. Depois de terminar a escola técnica começou a sua aprendizagem numa oficina de reparações, e terminou o exame, trabalhando, em seguida, em diferentes oficinas de reparação e empresas. Em 1981 mudou-se para Munique para trabalhar na fábrica “Ganter”, especialista em trompetes, trompas e trombones. Ao mesmo tempo, teve também educação adicional para alcançar o grau de mestre. Mudou de empresa para Melton/Meinl Weston em Geretsried, perto de Munique. Fez trabalhos especiais para tuba e desenvolvimento de tuba. Trabalhou como Meister para instrumentos personalizados de artistas, bem como na produção para tubas. Desde 1991, ingressou na empresa Yamaha como especialista em pesquisa e desenvolvimento. Responsável por todos os instrumentos de sopro com especialidade em ajustes personalizados para músicos e artistas da Yamaha. Aí criou especialmente uma rede mundial com músicos e outros técnicos para desenvolver a próxima geração de instrumentos de sopro para a Yamaha.

Mário Dinis Marques

Nasceu em 1972 na cidade de Alcobaça. Estudou saxofone no Conservatório de música de Lisboa. Em 2002 concluiu a licenciatura em saxofone na Escola Superior de Música de Lisboa e em 2015 o Doutoramento na Universidade de Évora. Frequentou diversos cursos e masterclasses com professores como Jean-Ives Fourmeau, Daniel Deffayett, Amsterdam Saxophone Quartet, James Houlik, Claude Delangle. A solo tocou com Orquestra das Beiras, Orquestra do Centro, Banda Sinfónica Portuguesa, Banda Sinfónica da P.S.P., Banda da Armada Portuguesa, Sinfonietta de Lisboa e a Banda Sinfónica de Alcobaça. Colaborou em vários programas de Televisão e Teatro Musical e gravou com diversos grupos portugueses como The Gift, Silence4, Bernardo Sassetti, Amália Hoje, entre outros. Tem merecido o crédito de diversos compositores que lhe tem dedicado obras como Daniel Bernardes, António Victorino d'Almeida, Luís Cardoso, Christopher Bochmann, Howie Smith, Petri Keskitalo, Jon Hansen, entre outros. Tem ainda como seus projectos pessoais os grupos Tubax, Rondó da Carpideira, The Postcard Brass Band, Mário Marques & Gonçalo Pescada e o Quarteto de Saxofones Saxofínia, onde para além de músico, trabalha também na produção e edição discos. Músico multifacetado e produtor musical de diversos discos tem aplicado essa experiência no estudo da interpretação musical e prática performativa, apresentando artigos em diversas conferências. É professor auxiliar no Departamento de Música da Universidade de Évora onde, para além de docente, é Diretor do Mestrado em Música. É membro fundador da recentemente criada Associação Portuguesa de Saxofone e membro do painel organizador do II Congresso Europeu de Saxofone realizado em julho de 2017 na cidade do Porto. É artista da marca Cannonball saxofones e D´áddario palhetas.

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